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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorGULIAS-GOMES, C. C.
dc.contributor.authorCARDOSO, F. F.
dc.contributor.authorSACCO, A. M. S.
dc.date.accessioned2026-05-08T18:02:04Z-
dc.date.available2026-05-08T18:02:04Z-
dc.date.created2010-11-16
dc.date.issued2010
dc.identifier.citationIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE PARASITOLOGIA VETERINÁRIA, 16., 2010, Campo Grande. [Anais...] Campo Grande: Colégio Brasileiro de Parasitologia Veterinária, 2010.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/867059-
dc.descriptionO rebanho bovino do Brasil é composto predominantemente por animais de origem zebuína, caracterizados pela melhor adaptação ao clima tropical e maior resistência às parasitoses. A rusticidade destas raças confere, por outro lado, qualidade de carne inferior quando comparado às raças taurinas. A valorização crescente de carne com alto valor qualitativo estimula a busca por cruzamentos que atendam às novas expectativas do mercado consumidor. Antecipando esta tendência, a Embrapa desenvolve, desde 2006, projeto onde se avalia diferentes estratégias de cruzamentos entre raças zebuínas com raças taurinas em diferentes regiões do Brasil, com o objetivo final de desenvolver raças com proporção de Bos taurus superior a 50%, sem perda da adaptação às condições regionais. Na Região Sul, Bagé, RS, tem-se avaliado o desempenho de oito genótipos puros e cruzados, envolvendo quatro raças (AN=Angus, HH=Hereford, NE=Nelore, CR=Caracu) e produzindo-se animais britânicos puros sem heterose (ANAN e HHHH), cruzados de britânicos com heterose (ANHH e HHAN), cruzados com adaptado zebuíno com heterose (ANNE e NEAN), zebuínos puros sem heterose (NENE) e cruzados com adaptado taurino com heterose (ANCR), em um delineamento dialélico incompleto (Raça mãe/raça pai). O grau de infestação natural destes animais pelo carrapato Rhipicephalus (Boophilus) microplus foi acompanhado como parte de avaliação da influência dos cruzamentos na susceptibilidade ao parasitismo. As contagens foram realizadas com intervalos de 15 a 60 dias, conforme a infestação, desde o nascimento até 18 meses de idade, considerando parasitas maiores que quatro milímetros presentes no lado esquerdo do animal. Após contagens com média superior a 20 carrapatos, os animais foram tratados com carrapaticida à base de amitraz. Ao todo foram realizadas 1467 leituras em um total de 442 animais. As safras de 2006 a 2009 apresentaram valores de infestação médios (X±DP) de: 28,02±40,64 (HHAN); 26,08±54,31 (ANHH); 24,99±27,24 (HHHH); 24,68±41,20 (ANAN); 14,33±20,69 (ANCR); 6,82±10,98 (ANNE); 4,43±8,07 (NEAN); 1,34±2,94 (NENE). Os resultados ratificam a maior susceptibilidade dos genótipos britânicos, independente de serem puros ou cruzados entre si, e a maior resistência dos zebuínos puros. O cruzamento de Angus com raças adaptadas melhorou a resistência aos carrapatos, sendo a diminuição no parasitismo maior quando o cruzamento foi com Nelore (zebuíno) em comparação com o Caracu (Taurino).
dc.format1 CD-ROM.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.titleAvaliação da susceptibilidade ao carrapato bovino em cruzamentos envolvendo as raças Angus, Caracu e Nelore no Rio Grande do Sul, Brasil.
dc.typeResumo em anais e proceedings
dc.subject.thesagroCarrapato
riaa.ainfo.id867059
riaa.ainfo.lastupdate2026-05-08
dc.contributor.institutionCLAUDIA CRISTINA GULIAS GOMES, CPPSUL; FERNANDO FLORES CARDOSO, CPPSUL; ANA MARIA SASTRE SACCO, CPPSUL.
Aparece en las colecciones:Resumo em anais de congresso (CPPSUL)

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