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http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/877008Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | BOTELHO, F. B. | |
| dc.contributor.author | REINIGER, R. C. P. | |
| dc.contributor.author | GRANADA, R. L. | |
| dc.contributor.author | BENAVIDES, M. V. | |
| dc.date.accessioned | 2026-05-08T18:02:13Z | - |
| dc.date.available | 2026-05-08T18:02:13Z | - |
| dc.date.created | 2011-02-14 | |
| dc.date.issued | 2010 | |
| dc.identifier.citation | In: CONGRESSO BRASILEIRO DE PARASITOLOGIA VETERINÁRIA, 16., 2010, Campo Grande. [Anais...] Campo Grande: Colégio Brasileiro de Parasitologia Veterinária, 2010. | |
| dc.identifier.uri | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/877008 | - |
| dc.description | O parasito Haemonchus é um nematódeo que habita o abomaso de ovinos, caprinos e bovinos, possui hábito hematófago e é responsável por grandes perdas produtivas. Na natureza ocorre grande variação genética entre cepas de Haemonchus, com potencial conseqüência no grau de infecção dos hospedeiros. Para o estudo de cepas de Haemonchus é necessário mantê-las em hospedeiros sensíveis, alocados em área de isolamento, ou crioarmazená-las até a infecção destes animais. Inúmeras técnicas de criopreservação de larvas infectantes (L3) de Trichostrongílideos estão citadas na literatura, porém os resultados em termos de % de sobrevivência são muito variáveis. O objetivo deste trabalho foi testar técnicas de criopreservação e observar a % de L3 vivas (com base na motilidade) em microscópio invertido após descongelamento. Para a obtenção de L3 de Haemonchus spp. foram realizadas coproculturas de ovinos confinados, mono-infectados com cepas de Haemonchus spp. As técnicas testadas diferiram em: % de hipoclorito de sódio (0,2 e 1,5%), tempo de incubação (0, 30 ou 60min) das L3 em temperatura ambiente, gradiente de temperatura (4, 0, -20, -80 e -196oC) até o congelamento e tempo (10min ou 60min) e temperatura (37 ou 50oC) no descongelamento. Todos os testes foram realizados em triplicata. Os resultados mostraram que a % de hipoclorito de sódio não interferiu na % de L3 vivas. O tempo de incubação em temperatura ambiente das L3 foi inversamente proporcional ao sucesso da % de L3 vivas. Larvas infectantes submetidas a escalas de congelamento de 4, -20, -80 e -196oC ou -80 e -196oC tiveram índice de 0% de motilidade. O descongelamento com temperatura acima de 37°C resultou em 0% de L3 vivas. O tempo de descongelamento de 10 min mostrou os melhores resultados, larvas submetidas a descongelamentos mais prolongados resultaram em 0% de L3 vivas. Podemos afirmar que para o sucesso da criopreservação e descongelamento de Haemonchus spp. os melhores resultados em termos de % de L3 vivas (47,8%) foram obtidos com 1,5% de hipoclorito de sódio, sem incubação, gradiente de temperatura de 0, -80 e -196oC e descongelamento de 10min a 37oC. | |
| dc.format | 1 CD-ROM. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.title | Teste de técnicas para a criopreservação de Haemonchus spp. | |
| dc.type | Resumo em anais e proceedings | |
| dc.subject.thesagro | Criopreservação | |
| riaa.ainfo.id | 877008 | |
| riaa.ainfo.lastupdate | 2026-05-08 | |
| dc.contributor.institution | F. B. BOTELHO; R. C. P. REINIGER; R. L. GRANADA; MAGDA VIEIRA BENAVIDES, SRI. | |
| Aparece nas coleções: | Resumo em anais de congresso (CPPSUL)![]() ![]() | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
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