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dc.contributor.authorGIACHINI, R. M.pt_BR
dc.contributor.authorALBUQUERQUE, M. C. F.pt_BR
dc.contributor.authorARAUJO, M. M. V.pt_BR
dc.contributor.authorRIBEIRO, T. L.pt_BR
dc.contributor.authorFRANCA NETO, J. B.pt_BR
dc.date.accessioned2011-08-24T11:11:11Zpt_BR
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dc.date.available2011-08-24T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2011-08-24T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2011-08-24pt_BR
dc.date.issued2011pt_BR
dc.identifier.citationInformativo ABRATES, Londrina, v. 21, n. 2, ago. 2011. CD-ROM. Edição dos Anais do XVII Congresso Brasileiro de Sementes., Natal, ago. 2011.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/898684pt_BR
dc.descriptionA soja Roundup Ready (RR) foi a primeira planta transgênica a ser aprovada para alimentação humana e animal para cultivo no Brasil. No caso da soja resistente ao glyphosate, a tolerância ao herbicida foi obtida pela inserção de um gene oriundo do genoma da Agrobacterium sp. Sob tratamento com esse herbicida, as plantas de soja não são afetadas, em virtude da ação continuada e sistemática dessa enzima alternativa, insensível ao produto. Porém, há relatos de decréscimo no potencial de armazenamento de sementes de soja transgênica, quando comparadas às convencionais. Neste trabalho o objetivo foi avaliar o potencial de armazenamento de sementes de variedades de soja transgênica (RR), comparativo a suas isolinhas não geneticamente modificadas. O potencial fisiológico (germinação e vigor - envelhecimento acelerado e emergência em areia) das variedades transgênicas foi analisado comparativamente com suas isolinhas em quatro períodos de armazenamento, com quatro repetições cada teste. As avaliações foram realizadas a cada dois meses. As variedades testadas foram BRS Valiosa RR e sua isolinha BR 46 Conquista; BRS 255 RR e BRS 137; BRS 245 RR e BRS 133. As variedades foram semeadas na mesma época e local, com o mesmo manejo cultural. Foi realizada capina manual, a colheita foi realizada em R7 e as plantas foram colocadas para secar a sombra. Após secas as vagens foram debulhadas manualmente. As sementes foram armazenadas em câmara refrigerada à temperatura de 18 ºC ± 2 ºC e 75% ± 4% de umidade relativa, até o momento da instalação dos experimentos. Não ocorreram variações nos potenciais de armazenamento entre as variedades transgênicas e suas isolinhas não geneticamente modificadas. O decréscimo do potencial fisiológico das sementes durante o armazenamento foi em função do qualidade inicial independente da variedade.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectPotencial fisiológicopt_BR
dc.titlePotencial de armazenamento de sementes de soja transgênica X convencional.pt_BR
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.date.updated2011-08-30T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroSojapt_BR
dc.subject.thesagroSementept_BR
dc.subject.thesagroArmazenamentopt_BR
dc.subject.thesagroProduto armazenadopt_BR
dc.subject.nalthesaurusSoybeanspt_BR
dc.subject.nalthesaurusSeed storagept_BR
dc.contributor.institutionR. M. GIACHINI, UFMT; M. C. F. ALBUQUERQUE, Universidade Federal de Mato Grosso; M. M. V. ARAUJO, Universidade Federal de Mato Grosso - FAMEV; T. L. RIBEIRO, Universidade Federal de Mato Grosso - FAMEV); JOSE DE BARROS FRANCA NETO, CNPSO.pt_BR
Appears in Collections:Resumo em anais de congresso (CNPSO)

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