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dc.contributor.authorOLIVEIRA, H. S. dept_BR
dc.contributor.authorLEMOS, O. F. dept_BR
dc.contributor.authorMIRANDA, V. S.pt_BR
dc.contributor.authorMOURA, H. C. da P.pt_BR
dc.contributor.authorCAMPELO, M. F.pt_BR
dc.contributor.authorSANTOS, L. R. R. dospt_BR
dc.contributor.otherHÉRICA SANTOS DE OLIVEIRA, CPATU; ORIEL FILGUEIRA DE LEMOS, CPATU; VICENTE SAVONITTI MIRANDA, UFRA; hELLEN CRISTINA DA PAIXÃO MOURA, UFRA; MEICIANE FERREIRA CAMPELO, CPATU; LANA ROBERTA REIS DOS SANTOS, CPATU.pt_BR
dc.date.accessioned2011-11-23T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2011-11-23T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2011-11-23pt_BR
dc.date.issued2011pt_BR
dc.identifier.other45167pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/906809pt_BR
dc.descriptionA banana (Musa spp.) é uma das frutas mais consumidas no mundo, e amplamente cultivada no Brasil, porém doenças como as sigatokas, negra e amarela, vêm reduzindo a sua produção. A disponibilização imediata de novas cultivares resistentes às principais doenças é limitada pela propagação convencional. A micropropagação é uma alternativa para a produção de mudas com qualidade fitossanitária e vegetativa, mas apresenta fatores que dificultam sua aplicação como a contaminação por fungos e bactérias, associada à oxidação dos explantes. O objetivo desse trabalho foi adaptar e/ou otimizar as etapas do processo de micropropagação para diferentes cultivares de bananeira, por meio do controle de oxidação, contaminação, e multiplicação de brotos, sendo utilizadas as cultivares Caipira (AAA), BRS Caprichosa (AAAB), Pacovan Ken (AAAB), Preciosa (AAAB), PV 03-76 (AAAB), Thap Maeo (AAB). No estudo foram utilizados o antibiótico sulfato de estreptomicina e o fungicida Opera® (BASF) visando reduzir a contaminação in vitro provocada por bactérias e fungos, além do anti-oxidante PVP (polivinilpirrolidona) para controlar a oxidação. Houve redução da contaminação com uso do sulfato de estreptomicina à concentração de 100 mg L-1 e da oxidação com PVP a 4 g L-1. Na fase de multiplicação de brotos, as cultivares apresentaram médias que variaram de 1,90 a 4,75 brotos/explante. A cultivar caipira (AAA) destacou-se das demais com a maior taxa de multiplicação de brotos após três subcultivos, média de 41,50 brotos por rizoma.pt_BR
dc.description.uribitstream/item/47476/1/herica-acta-amazonica.pdfpt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherActa Amazonica, Manaus, v. 41, n. 3, p. 369-376, 2011.pt_BR
dc.relation.ispartofEmbrapa Amazônia Oriental - Artigo em periódico indexado (ALICE)pt_BR
dc.titleEstabelecimento e multiplicação in vitro de brotos no processo de micropropagação de cultivares de bananeira (Musa spp.).pt_BR
dc.typeArtigo em periódico indexado (ALICE)pt_BR
dc.date.updated2015-04-08T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroCultura de tecidopt_BR
dc.subject.thesagroCultura in vitropt_BR
dc.subject.thesagroBanana.pt_BR
dc.ainfo.id906809pt_BR
dc.ainfo.lastupdate2015-04-08pt_BR
Appears in Collections:Artigo em periódico indexado (CPATU)

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