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dc.contributor.authorPEDROSO, A. M.pt_BR
dc.contributor.authorMACEDO, F. L.pt_BR
dc.date.accessioned2011-12-13T11:11:11Zpt_BR
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dc.date.available2011-12-13T11:11:11Zpt_BR
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dc.date.created2011-12-13pt_BR
dc.date.issued2011pt_BR
dc.identifier.citationIn: SIMPÓSIO SOBRE NUTRIÇÃO DE BOVINOS, 9., 2011, Piracicaba. Manejo alimentar de bovinos: anais. Piracicaba: ESALQ, 2011. não paginado.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/909629pt_BR
dc.descriptionResumo: Do ponto de vista nutricional, o principal limitante à produção de vacas leiteiras é a ingestão de energia. Isso é importante não só no período de pico de produção, mas também para garantir a reposição da condição corporal ao longo da lactação. Para aumentar a densidade energética das rações de vacas leiteiras o suplemento mais utilizado é os grãos de cereais, principalmente milho, e também subprodutos da agroindústria à base de pectina ou fibra de alta digestibilidade, como a polpa cítrica, casca de soja e farelo de glúten-21.A utilização de fontes de amido como suplemento energético é limitada para vacas de alta produção, que consomem acima de 18-20 kg de matéria seca (MS) ao dia, sob pena de prejudicar a digestibilidade da forragem e, por conseqüência, o desempenho dos animais. Quando se utiliza resíduos fibrosos como alternativa para a suplementação energética esse problema é menos critico, mas à medida que a produção média dos rebanhos aumenta, o uso de grãos de cereais é intensificado, o que pode resultar em diversos problemas decorrentes da queda excessiva do pH ruminal, menor digestibilidade da fração fibrosa, maior risco de acidose, e prejuízo à produção e composição do leite. Neste cenário tem crescido bastante o interesse pela utilização de fontes de gordura na dieta de vacas em lactação, principalmente fontes de baixa degradabilidade ruminal, uma vez que os microrganismos do rúmen são bastante sensíveis à presença de lipídios insaturados. A suplementação de vacas leiteiras com fontes de gordura pode ter as seguintes vantagens: Aumentar a densidade energética das dietas, uma vez que as gorduras contêm 2,25 vezes mais energia que os carboidratos; Melhorar a eficiência energética pela redução na emissão de metano e no incremento calórico, uma vez que grande parte dos lipídios suplementares não é metabolizada no rúmen; Menor risco de acidose ruminal, pela menor inclusão de carboidratos rapidamente fermentescíveis nas dietas.Dessa forma, o interesse pelo uso de fontes de gordura suplementar na dieta de vacas leiteiras tem aumentado bastante nos últimos anos. Dentre as razões que motivam esse interesse podem ser destacados: Aumento da disponibilidade de fontes de gordura de alta qualidade, a um preço competitivo; Aumento do potencial produtivo dos animais, exigindo assim dietas com maior percentual de energia metabolizável; Maior disponibilidade de dados mostrando respostas produtivas e reprodutivas positivas de vacas suplementadas com gordura; Reconhecimento da maior eficiência quando se utiliza energia com níveis ótimos de gordura na dieta.por
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectSuplementação lipídicapt_BR
dc.subjectVacas leiteiraspt_BR
dc.titleSuplementação lipídica para vacas leiteiras.pt_BR
dc.typeParte de livropt_BR
dc.date.updated2017-07-18T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroGado Leiteiropt_BR
dc.description.notesEditado por Carlos M. Bittar, Flávio A. Portela Santos, José Carlos de muora, Vidal pedroso de Faria.por
dc.format.extent228 p.por
riaa.ainfo.id909629pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2017-07-18pt_BR
dc.contributor.institutionALEXANDRE MENDONCA PEDROSO, CPPSEpt_BR
dc.contributor.institutionFERNANDA LOPES MACEDO, UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.por
Appears in Collections:Capítulo em livro científico (CPPSE)

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