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dc.contributor.authorHIRAI, E. H.pt_BR
dc.contributor.authorCARVALHO, C. J. R. dept_BR
dc.contributor.authorSILVA, J. N. M.pt_BR
dc.contributor.authorCARVALHO, J. O. P. dept_BR
dc.contributor.authorQUEIROZ, W. T. dept_BR
dc.date.accessioned2012-10-03T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2012-10-03T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2012-10-03pt_BR
dc.date.issued2012pt_BR
dc.identifier.citationScientia Forestalis, Piracicaba, v. 40, n. 95, p. 306-315, set. 2012.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/935480pt_BR
dc.descriptionO estudo foi motivado pela escassez de informações sobre a sustentabilidade ecológica da exploração de florestas naturais, em áreas diretamente afetadas pela exploração. O objetivo foi verificar se há diferença florística entre a floresta não-explorada e áreas diretamente afetadas pela exploração, e entre anos pós-exploração, e averiguar a capacidade de recuperação natural da floresta, quanto à estrutura e composição florística anteriores à exploração. Avaliou-se a regeneração natural em três áreas exploradas em diferentes ocasiões (2000, 2003 e 2006), no período de sete anos, na Fazenda Rio Capim, no município de Paragominas, Pará. Os dados foram coletados em clareiras, ramais de arraste primário e secundário, pátio de estocagem e floresta remanescente da exploração, considerando indivíduos entre 2,5 e 10,0 cm de diâmetro. Calculou-se a abundância, índice de diversidade, equitabilidade, similaridade florística. No período de até sete anos após a exploração florestal de impacto reduzido, ocorreram marcantes alterações na composição florística e na abundância de indivíduos com DAP de 2,5-10,0 cm, principalmente nos ramais principais e pátios. Na floresta remanescente, a dinâmica, tanto de espécies quanto de indivíduos, ocorreu mais com espécies tolerantes à sombra, porém nas clareiras, ramais e pátios predominaram as espécies pioneiras. Nos pátios e nos ramais de arraste, o desenvolvimento das plantas foi muito baixo, não permitindo alta abundância de indivíduos com DAP maior que 2,5 cm. A regeneração natural nas áreas abertas pela exploração florestal, embora tenha sofrido influência da floresta remanescente, conta com poucas espécies de alto valor comercial. Portanto, sugere-se que devam ser aplicados tratamentos silviculturais pós-exploratórios para beneficiar mudas de regeneração natural (DAP = 2,5 cm) pré-existentes e sejam realizados enriquecimentos em clareiras para garantir estoque suficiente de espécies comerciais para futuras colheitas.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectEspécies arbóreaspt_BR
dc.subjectAbundânciapt_BR
dc.subjectDiversidade de espéciespt_BR
dc.subjectSimilaridade florísticapt_BR
dc.subjectTerra firmept_BR
dc.subjectParagominaspt_BR
dc.titleEfeito da exploração florestal de impacto reduzido sobre a regeneração natural em uma floresta densa de terra firme no município de Paragominas na Amazônia brasileira.pt_BR
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.date.updated2015-04-08T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroExploração Florestalpt_BR
dc.subject.thesagroFlorestapt_BR
dc.subject.nalthesaurusAmazoniapt_BR
riaa.ainfo.id935480pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2015-04-08pt_BR
dc.contributor.institutionELIANA HARUMI HIRAI; CLAUDIO JOSE REIS DE CARVALHO, CPATU; JOSÉ NATALINO MACEDO SILVA; JOÃO OLEGÁRIO PEREIRA DE CARVALHO, UFRA; WALDINEI TRAVASSOS DE QUEIROZ, UFRA.pt_BR
Appears in Collections:Artigo em periódico indexado (CPATU)

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