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dc.contributor.authorAGUIAR, J. F. dept_BR
dc.contributor.authorMARCONDES, C. R.pt_BR
dc.contributor.authorMARQUES, J. R. F.pt_BR
dc.contributor.authorVOZZI, P. A.pt_BR
dc.contributor.authorCAMARGO JÚNIOR, R. N. C.pt_BR
dc.contributor.authorMARQUES, L. C.pt_BR
dc.contributor.authorARAÚJO, R. O.pt_BR
dc.contributor.authorGUNSKI, R. J.pt_BR
dc.date.accessioned2014-06-30T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2014-06-30T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2014-06-30pt_BR
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.citationActa Amazonica, v. 44, n. 3, p. 373-378, set. 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/989219pt_BR
dc.descriptionO peso ao nascer constitui característica produtiva de elevada importância zootécnica, devido à sua relação com a taxa de sobrevivência à desmama e com os pesos nas demais fases de desenvolvimento do animal, quer seja para a produção de carne, leite ou em animais que se destinam à reprodução. O objetivo deste trabalho foi obter estimativas de herdabilidade e tendências fenotípicas e genéticas do peso ao nascer, em bubalinos do Estado do Pará, Brasil. Foram calculadas as estatísticas descritivas e realizado o teste de Normalidade de Shapiro-Wilk por meio do pacote estatístico Statistical Analisys System. As estimativas de herdabilidade foram obtidas por inferência Bayesiana. O peso ao nascer apresentou média de 36,6 kg. O modelo de análise considerou como fixos os efeitos de sexo, ano de nascimento e composição racial do animal e como efeitos aleatórios animal, efeito materno e residual. A distribuição da herdabilidade direta apresentou-se platicúrtica (achatada) e com maior assimetria, tendo uma distribuição bimodal com a primeira moda próxima a 0,10 e a segunda próxima a 0,30; a materna apresentou-se trimodal, com picos bem próximos a 0,15 e outro menos evidente próximo a 0,20. A tendência genética direta do peso ao nascer mostrou-se negativa (-0,03kg ano-1) e a tendência genética materna próxima à zero (0,001 kg ano-1), ainda que a tendência fenotípica tenha sido positiva (0,156kg ano-1). Existe variabilidade genética possível de ser trabalhada em um programa de melhoramento, no entanto, pouco foi feito quanto à seleção para crescimento em búfalos no Estado do Pará.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectHerdabilidadept_BR
dc.subjectInferência bayesianapt_BR
dc.subjectTendênciapt_BR
dc.titleVariabilidade genética do peso ao nascer e seleção para crescimento em bubalinos do Estado do Pará, Brasil.pt_BR
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.date.updated2016-02-24T11:11:11Zpt_BR
riaa.ainfo.id989219pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2016-02-24pt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1809-4392201303305pt_BR
dc.contributor.institutionJULIANA FLOR DE AGUIAR, AGENCIA GOIÂNIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA/GOIÂNIApt_BR
dc.contributor.institutionCINTIA RIGHETTI MARCONDES, CPPSEpt_BR
dc.contributor.institutionJOSE RIBAMAR FELIPE MARQUES, CPATUpt_BR
dc.contributor.institutionPEDRO ALEJANDRO VOZZI, INTA/CHUBUTpt_BR
dc.contributor.institutionRAIMUNDO NONATO COLARES CAMARGO JÚNIOR, INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ/BELÉMpt_BR
dc.contributor.institutionLARISSA COELHO MARQUES, UFPA/SANTARÉM, PApt_BR
dc.contributor.institutionRONYERE OLEGÁRIO ARAÚJO, UNB/BRASÍLIApt_BR
dc.contributor.institutionRICARDO JOSÉ GUNSKI, Universidade Federal do Pampa.pt_BR
Appears in Collections:Artigo em periódico indexado (CPPSE)

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