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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorVASCONCELOS, V.
dc.contributor.authorMARTINS, E. de S.
dc.contributor.authorCARVALHO JÚNIOR, O. A. de
dc.contributor.authorMARQUES JÚNIOR, J.
dc.contributor.authorSIQUEIRA, D. S.
dc.contributor.authorCOUTO JÚNIOR, A. F.
dc.contributor.authorGUIMARÃES, R. F.
dc.contributor.authorGOMES, R. A. T.
dc.contributor.authorBRAGA, A. R. dos S.
dc.date.accessioned2026-02-11T06:49:19Z-
dc.date.available2026-02-11T06:49:19Z-
dc.date.created2014-08-18
dc.date.issued2013
dc.identifier.citationRevista Brasileira de Geomorfologia, v. 14, n. 2, p. 197-2012, 2013.
dc.identifier.issn2236-5664
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/992816-
dc.descriptionA gibbsita e as formas de ferro em solos tropicais são preferencialmente controladas pela posição na paisagem e variação das condições hídricas ao longo das pedossequências. Normalmente, em escala regional, a gibbsita aumenta com a elevação do terreno e a idade da superfície, enquanto que, na escala local, decresce do topo para a base das vertentes. A razão entre o ferro oxalato e o ferro ditionito (Feo/Fed) em condições oxidantes e bem drenadas tendem a ser baixas (< 0,05), como no caso dos Latossolos. Por outro lado, razões mais elevadas (entre 0,5 e 1) caracterizam ambientes submetidos a condições redutoras, que indicam a dissolução de óxidos de ferro cristalinos e sua precipitação em formas menos estáveis. A razão entre o ferro ditionito e o ferro total (Fed/Fe2O3) é um indicativo do estágio de intemperismo do solo. Razões de Fed/Fe2O3> 0,8 são geralmente observadas em Latossolos. O comportamento destes parâmetros na paisagem é decorrente do processo evolutivo das catenas. Este trabalho tem como objetivo descrever uma pedossequência na Serra da Canastra, caracterizada por uma polaridade inversa da gibbsita e razões de Fed/Fe2O3eFeo/Fed próprias de um ambiente redutor. A pedossequência possui Latossolo no topo e Gleissolo na base. Entre a alta e média vertentes ocorrem solos desenvolvidos in situ, com uma sequência apresentando Latossolo a montante e Cambissolo a jusante. Na baixa vertente, ocorrem solos desenvolvidos sobre rampas de colúvio, mostrando a sequência Latossolo- Gleissolo para jusante. Foram coletadas amostras dos horizontes diagnósticos em 10 trincheiras ao longo de uma pedossequência. As amostras foram submetidas às seguintes análises: ferro extraído com ditionito-citrato-bicarbonato (Fed) e oxalato de amônio (Feo), análise termogravimétrica para quantificação direta de gibbsita e caulinita e susceptibilidade magnética. O conjunto de dados foi processado por análise multivariada: Análise de Componentes Principais (ACP) e Análise de Grupos (AG). Observou-se que os solos mostram uma evolução lateral de transformação de Latossolos em Gleissolos, de forma progressiva e descontinuada na paisagem. O limite superior da vertente onde ocorrem depósitos coluvionares é marcado pela variação da susceptibilidade magnética, textura e cor do solo. As análises multivariadas (ACP e AG) e os estudos de campo indicam que a pedossequência é derivada de sucessivos solapamentos provocados por erosão subsuperficial e deposição de colúvio, com avanço de ambientes hidromórficos nestas porções relativamente rebaixadas da paisagem.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectVariabilidade espacial de solo
dc.subjectGibbsita
dc.titleModelo de evolução pedogeomorfológica da Serra da Canastra, MG.
dc.typeArtigo de periódico
dc.subject.thesagroFerro
dc.subject.thesagroPedologia
dc.subject.thesagroSolo
dc.format.extent2p. 197-2012
riaa.ainfo.id992816
riaa.ainfo.lastupdate2026-02-10
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.20502/rbg.v14i2.379
dc.contributor.institutionVINICIUS VASCONCELOS, UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA; EDER DE SOUZA MARTINS, CPAC; OSMAR ABÍLIO DE CARVALHO JÚNIOR, UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA; JOSÉ MARQUES JÚNIOR, UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA; DIEGO SILVA SIQUEIRA, UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA; ANTÔNIO FELIPE COUTO JÚNIOR, UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA; RENATO FONTES GUIMARÃES, UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA; ROBERTO ARNALDO TRANCOSO GOMES, UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA; ADRIANA REATTO DOS SANTOS BRAGA, CPAC.
Aparece en las colecciones:Artigo em periódico indexado (CPAC)

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