Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1000673
Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Acre - Artigo em anais de congresso (ALICE)
Data do documento: 20-Nov-2014
Tipo do Material: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Autoria: ARAUJO, H. J. B. de
Informaçães Adicionais: HENRIQUE JOSE BORGES DE ARAUJO, CPAF-AC.
Título: Ações de restauração de florestas de produção no Acre com plantios de enriquecimento.
Edição: 2014
Fonte/Imprenta: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE REFLORESTAMENTO AMBIENTAL, 3., 2014, Vitória. Anais... Vitória: CEDAGRO; CREA-ES; Florestas para a Vida; Reflorestar; GEF; Incaper; iema, 2014.
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Manejo florestal
Floresta de produção
Regeneração florestal
Exploração madeireira seletiva
Acre
Conteúdo: Através de técnicas de restauração, florestas exauridas podem ser conduzidas de maneira a minimizar os efeitos da exploração seletiva que as modificaram. O plantio de mudas é um método rápido e eficiente de restauração de florestas. Este trabalho objetiva descrever os resultados preliminares de plantios de enriquecimento de florestas de produção nos municípios de Xapuri, Brasiléia e Rio Branco, no Estado do Acre. Utilizou-se dez espécies florestais madeireiras de interesse comercial: amarelão (Aspidosperma vargasii A. DC.), angelim (Ormosia arborea (Vell.) Harms), cedro (Cedrela odorata L.), cerejeira (Amburana acreana (Ducke) A. C. Sm.), freijó (Cordia alliodora (Ruiz & Pav.) Oken), ipê (Tabebuia serratifolia (Vahl) G. Nicholson), itaúba Mezilaurus itauba (Meisn.) Taub. ex Mez), jatobá (Hymenaea courbaril L.), mogno (Swietenia macrophylla King) e timbaúba (Enterolobium maximum Ducke). Os plantios foram com o espaçamento de 5,0 m x 5,0 m (entre linhas e mudas). Utilizou-se 100 clareiras, com área média de 319,8 m2. Os plantios foram entre outubro/2011 a março/2012, totalizando 1273 mudas. Os tratamentos silviculturais de condução e o monitoramento foram entre outubro e novembro/2012. Após onze meses do plantio, a taxa de sobrevivência foi de 76,5% e o crescimento de 0,19 m (54,3%), para a altura média das mudas, e de 0,24 cm (43,6%), para o diâmetro médio do talo. O ataque de insetos foi a causa aparente mais importante (66,6% de incidência) das mudas classificadas com debilidade. Consideram-se as taxas de sobrevivência e crescimento satisfatórias, dado as adversidades naturais de florestas com alta diversidade de organismos fitófagos e patogênicos.
Ano de Publicação: 2014
Aparece nas coleções:Artigo em anais de congresso (CPAF-AC)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
25313.pdf30,6 kBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir

FacebookTwitterDeliciousLinkedInGoogle BookmarksMySpace