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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Agrossilvipastoril - Artigo em periódico indexado (ALICE)
Data do documento: 18-Dez-2014
Tipo do Material: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Autoria: TONINI, H.
LOPES, C. E. V.
BORGES, R. A.
KAMINSKI, P. E.
ALVES, M. de S.
FAGUNDES, P. R. de O.
Informaçães Adicionais: HELIO TONINI, CPAMT; CARLOS EUGENIO VITORIANO LOPES, CPACP; Renato Alves Borges, Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Boa Vista, Roraima, Brasil.; PAULO EMILIO KAMINSKI, CPAF-RR; Marcia de Souza Alves, Universidade Federal de Roraima. Boa Vista, Roraima, Brasil; Paulo Renato de Oliveira Fagundes, Universidade Federal de Roraima. Boa Vista, Roraima, Brasil.
Título: Fenologia, estrutura e produção de sementes em castanhais nativos de Roraima e características socioeconômicas dos extrativistas
Edição: 2014
Fonte/Imprenta: Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Naturais, v. 9, n. 2, p. 399-414, maio-ago., 2014
Idioma: pt_BR
Conteúdo: Os objetivos deste artigo foram estudar a fenologia, a estrutura populacional e a produção de frutos e sementes em castanhais nativos de Roraima, além de caracterizar as comunidades extrativistas e o sistema de extração praticado nesta região da Amazônia. A caracterização do extrativismo foi realizada com base na aplicação de questionários e painéis técnicos, que se iniciaram em 2005 e finalizaram em 2010. A estrutura, produção e fenologia dos castanhais foram avaliadas em parcelas permanentes instaladas entre os anos de 2005 a 2008 nos municípios de Caracaraí e São João da Baliza. A extração de castanha-do-brasil representa significativo retorno financeiro para as famílias de ribeirinhos e indígenas de baixa renda no sul do estado de Roraima, porém é praticada com baixa organização social, pouco apoio governamental e sem nenhum controle sobre os processos que podem levar à contaminação das castanhas por aflatoxinas. A densidade e a produtividade dos castanhais estão dentro do esperado para a Amazônia. Nesta região, a castanheira-do-brasil floresce predominantemente na estação seca, com duração de cinco a seis meses. A dispersão dos frutos ocorre durante a estação chuvosa, com pico nos meses de abril a junho.
Thesagro: Fenologia
NAL Thesaurus: Phenology
Ano de Publicação: 2014
ISSN: 1981-8114
Aparece nas coleções:Artigo em periódico indexado (CPAMT)

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