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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Amapá - Artigo em periódico indexado (ALICE)
Data do documento: 10-Fev-2015
Tipo do Material: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Autoria: DIAS, J. do S. A.
ABREU, M. S. de
RESENDE, M. L. V. de
Informaçães Adicionais: JUREMA DO SOCORRO AZEVEDO DIAS, CPAF-AP; MÁRIO SOBRAL DE ABREU, Professor colaborador/voluntário, Departamento de Fitopatologia, Universidade Federal de Lavras. E-mail: msabreu@ufla.br; MÁRIO LÚCIO VILELA DE RESENDE, Professor Titular, Universidade Federal de Lavras. mlucio@ufla.br.
Título: Caracterização de isolados de Fusarium oxysporum f. sp. cubense (Foc) quanto à compatibilidade vegetativa e à patogenicidade em cultivares de bananeira diferenciadoras de raça no Brasil.
Edição: 2014
Fonte/Imprenta: Biota Amazônia, Macapá, v. 4, n. 4, p. 60-65, 2014.
Idioma: pt_BR
Conteúdo: Murcha de Fusarium é causada por Fusarium oxysporum f . sp. cubense (Foc), um patógeno altamente variável. Porém, o efeito da heterocariose sobre a classificação taxonômica e a importância da formação de um heterocário entre isolados selvagens de espécies de Fusarium ainda não é clara e permanece amplamente debatida. Assim como a recombinação parassexual tem sido relatada em F . oxysporum. f . sp. cubense , para explicar as relações genéticas entre isolados pertencentes à mesma raça ou formae specialis. Grupos assexuais isolados geneticamente e identificados nestes estudos, são denominados de grupos de compatibilidade vegetativa (GCV). P orém, outra forma de determinação de raças deste patógeno, tem sido através de variedades indicadoras, utilizando-se as variedades Gros Michel para a Raça 1; Bluggoe para a Raça 2; Grande Naine para a Raça 4. O presente estudo teve como objetivos determinar a diversidade genética entre isolados de Foc, através destas duas técnicas, de forma a identificar quais as raças do patógeno, que de fato existem no Brasil. A análise genética, foi feita com base na técnica de UPGMA, utilizando-se o coeficiente de similaridade de Jaccard. A técnica de GCV permitiu agrupar os isolados das Regiões Nordeste e Sudeste do Brasil no GCV 1 e os da Região Norte, no GCV 2. Enquanto que, o teste de patogenicidade permitiu determinar a presença da raça 1, através de sua patogenicidade em Gros Michel e da raça 4, em Grande Naine. Além de, agrupá-las dentro dos mesmos GCV .
Thesagro: Banana
Variedade
Patogeno
Reprodução assexuada
Ano de Publicação: 2014
Aparece nas coleções:Artigo em periódico indexado (CPAF-AP)

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