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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Amazônia Oriental - Artigo em anais de congresso (ALICE)
Data do documento: 26-Ago-2015
Tipo do Material: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Autoria: SANTOS, J. C.
NOGUEIRA NETO, P. P.
SOARES, M. H. M.
RUSCHEL, A. R.
Informaçães Adicionais: Jéssica Costa Santos, BOLSISTA FAPESPA; Pedro Paulo Nogueira Neto, ESTAGIÁRIO UEPA; MARCIO HOFMANN MOTA SOARES, CPATU; ADEMIR ROBERTO RUSCHEL, CPATU.
Título: Avaliação da regeneração natural de espécies arbusto-arbóreas em áreas degradadas pelo uso agropecuário.
Edição: 2015
Fonte/Imprenta: In: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 19.; SEMINÁRIO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL, 3., 2015, Belém, PA. Anais. Belém, PA: Embrapa Amazônia Oriental, 2015.
Páginas: p. 115-119.
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Arbustos
Espécies bagueiras
Regeneração espontânea
Conteúdo: No presente estudo objetivou-se analisar a regeneração espontânea vegetacional em áreas de restauração da mata ciliar, com a finalidade de servir de base para comparação entre as demais técnicas de restauração da mata ciliar. Assim buscou-se apresentar os resultados sobre a regeneração natural de três áreas altamente antropizadas à restauração da mata ciliar. Após cinco anos da remoção completa da vegetação nas três áreas amostrais, duas com dominância de braquiária e a terceira área de abandona de cultura de mandioca foi realizado o inventário da estrutura vegetacional arbusto-arbórea. Como principais resultados detectaram-se que nas áreas com dominância de braquiária a regeneração espontânea foi menos diversa em riqueza de espécies e da mesma forma em abundância. Contudo, o comportamento relacionado aos grupos de espécies classificadas em exóticas, bagueiras (frutíferas à fauna), valor comercial madeireiro e outros atributos foi verificado uma grande similaridade em termos de percentualidade entre todas as áreas. Conclui-se que os processos dinâmicos de recuperação de áreas antropizadas apresentam alta resiliência ambiental, do modo que as proporcionalidades de espécies de diferentes grupos funcionais praticamente não diferem entres as áreas, embora a dinâmica da biomassa é diretamente impactada pelo grau de degradação de cada área.
Ano de Publicação: 2015
Aparece nas coleções:Artigo em anais de congresso (CPATU)

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