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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Gestão Territorial - Artigo em anais de congresso (ALICE)
Data do documento: 22-Fev-2016
Tipo do Material: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Autoria: HOFF, R.
DUCATI, J. R.
FARIAS, A. R.
DALCIN, M.
Informaçães Adicionais: ROSEMARY HOFF, CNPUV; ANDRE RODRIGO FARIAS, SGTE.
Título: Geologia, geomorfologia, sensoriamento remoto e SIG como suporte à caracterização da indicação geográfica campanha para vinhos de qualidade, RS, Brasil.
Edição: 2015
Fonte/Imprenta: Feira de Santana: UEFS, 2015. v. 1. p. 175-178.
Páginas: p. 175-178
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Terroir vitivinícola.
Conteúdo: A influência das rochas na produção e qualidade dos vinhos tem sido discutida em estudos sobre terroir vitivinícola. A depender da declividade dos terrenos, os solos podem ser transportados para longe das rochas fonte e/ou o bedrock ficar muito abaixo das raízes da planta. No entanto, a geologia é uma componente essencial do terroir, sejam os solos derivados de materiais alóctones ou autóctones. A viticultura no Estado do Rio Grande do Sul está concentrada nas regiões vitivinícolas Serra Gaúcha, Campanha e Serra do Sudeste, ocorrendo no território as províncias geomorfológicas Serra Geral, Depressão Central, Escudo Sul-Rio-Grandense e Planície Costeira, onde vinhedos estão assentados em topologia, solos e rochas diversificados. O desenvolvimento da vitivinicultura no Brasil está associado a pesquisas a fim de desenvolver indicações geográficas. Os critérios seguem requisitos legais e técnicos, incluindo identidade geográfica. A geodiversidade da região vitivinícola Campanha implica na formação de solos e relevos, acarretando respostas agronômicas da videira, as quais possibilitam valorizar a produção de vinhos que caracterizam diferentes terroirs. Esta área situa-se desde a fronteira Oeste com a Argentina, até a fronteira Sudoeste-Sul com Uruguai, abrangendo as unidades geomorfológicas Planalto da Campanha, Depressão Rio Ibicuí e ainda as bordas do Planalto Rebaixado Sul-rio-grandense. Este trabalho visou elaborar uma base cartográfica, espacializar os critérios de delimitação da IG, integrar e processar os dados num sistema de informações geográficas, sendo aplicadas as seguintes técnicas: interpretação de imagens de alta resolução associada a trabalho de campo; geração de modelo digital de elevação e seus derivados de altimetria, declividade e exposição solar. A integração de dados em SIG viabilizaram o fato da geodiversidade ser utilizada como critério de indicações geográficas de produtos agrícolas. Este estudo faz parte do Projeto ?Desenvolvimento da Indicação Geográfica Campanha para vinhos e espumantes? coordenado pela Embrapa Uva e Vinho.
Thesagro: Geomorfologia.
Geologia
Ano de Publicação: 2015
Aparece nas coleções:Artigo em anais de congresso (SGTE)

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