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http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/309735| Título: | Estrutura de floresta em área destinada a agricultura no noroeste do Mato Grosso. |
| Autoria: | PASSOS, C. A. M.![]() ![]() BRAZ, E. M. ![]() ![]() ACOSTA, F. C. ![]() ![]() ARRUDA, R. C. de ![]() ![]() |
| Afiliação: | UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO EVALDO MUNOZ BRAZ, CNPF UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO FUNDAÇÃO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE DO ESTADO DE MATO GROSSO. |
| Ano de publicação: | 2003 |
| Referência: | In: CONGRESSO FLORESTAL BRASILEIRO, 8., 2003, São Paulo. Benefícios, Produtos e Serviços da Floresta: Oportunidades e Desafios do Século XXI. São Paulo: Sociedade Brasileira de Silvicultura: Sociedade Brasileira de Engenheiros Florestais, 2003. |
| Conteúdo: | O objetivo foi avaliar a estrutura de uma floresta Ombrófila Aberta Submontana com palmeira, explorada e destinada a agricultura ou pecuária, no noroeste do Mato Grosso. Localiza-se nas coordenadas 10o22’ Sul e 58o21’ Oeste, na estrada projetada 10 (linha 10), do Projeto de Assentamento Vale do Amanhecer (PAVA), em Juruena, MT. O PAVA possui área de 14.400 ha com área de reserva legal de 7.200 ha, coletiva e contínua. A floresta estudada cobre cerca de 50% dos 47 lotes de 25 ha, sendo amostrados oito lotes, com parcelas de 400 m2 para árvores com circunferência à altura do peito (CAP) entre 15 e 75 cm e de 2.000 m2 com CAP > 75 cm. Mediu-se a CAP e altura total (H) e comercial (Hc). Estimou-se as médias de diâmetro à altura do peito (DAP), H, Hc, da área basal (G), e do volume médio por área, segundo fator de forma 0,7, a densidade, freqüência e dominância e o coeficiente de mistura. As parcelas apresentaram 65 espécies, com média de 40,6 espécies por hectare, sendo identificados 51 gêneros e 28 famílias, que geraram coeficiente de mistura de 1:8,2. As espécies com maior importäncia ecológica e de cobertura foram amescla-aroeira (39,6) (Burseraceae), cega-corrente (18,8) (Moraceae), pau-ripa (14,1) (Lecythidaceae), cedro-marinheiro (13,8) (Meliaceae), juçara (13,3) (Aracaceae). A densidade total média foi de 1.111,88 + 136,17 árvores por hectare, sendo 986 com CAP entre 15 e 75 cm, 98 entre 75 e 135 cm e 26 maiores que 135 cm, portanto, com distribuição em J invertido. As árvores apresentaram médias de altura comercial que variaram de 10,4 m, (15 < CAP < 75 cm), a 20,5 m (CAP > 135 cm). A área basal foi de 27,6 m2.ha-1, com maior contribuição das árvores com 15 < CAP < 75 cm (11,1 m2.ha-1). O estoque de madeiras comerciais somou 120,8 m3.ha-1, sendo 63,2 m3.ha-1 de árvores com CAP > 135 cm. Portanto, constatou-se o elevado potencial madeireiro das florestas já exploradas e destinadas ao desflorestamento. |
| Palavras-chave: | Manejo florestal Produto madeireiro Estrutura |
| Notas: | Resumo. PDF 188. |
| Tipo do material: | Resumo em anais e proceedings |
| Acesso: | openAccess |
| Aparece nas coleções: | Resumo em anais de congresso (CNPF)![]() ![]() |
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