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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Pecuária Sudeste - Artigo em periódico indexado (ALICE)
Data do documento: 9-Nov-1995
Tipo do Material: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Autoria: MANZANO, A.
NOVAES, N. J.
MANZANO, M. F. L.
Informaçães Adicionais: EMBRAPA-UEPAE de São Carlos, São Carlos, SP.
Título: Comparação entre coeficientes de digestibilidade de rações com feno de alfafa e feno de Rhodes em eqüinos.
Edição: 1978
Fonte/Imprenta: Pesquisa agropecuaria brasileira, Brasilia, v.13, n.4, p.91-99, 1978.
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Eqüinos
Feno de Rhodes
Equine.
Conteúdo: Este trabalho foi desenvolvido na Unidade de Execução de Pesquisa de Âmbito Estadual de São Carlos - EMBRAPA. Seu objetivo foi estudar a possibilidade de substituir-se feno de alfafa (Medicago sativa l.) por feno de rhodes. (Chloris gayana Kunth). através dos coeficientes de digestibilidade da matéria seca e dos nutrientes das rações. Foram utilizadas 24 fêmeas em crescimento, sendo doze da raça Árabe e doze da raça Mangalarga com idade média de 21 meses e peso médio de 296 kg. Distribuíram-se 05 animais em três grupos de oito (quatro da raça Árabe e quatro da raça Mangalarga. aplicando-lhes 05 seguintes tratamentos: R1-60% concentrado mais 40% feno de rhodes; R2-60% concentrado mais 20% feno de rhodes mais 20% feno de alfafa; R3-60% concentrado mais 40% feno de alfafa. 0 concentrado era constituído de 40% torta de algodão, 40% de rolão de milho e 20% de farelinho de trigo com aproximadamente 20% de proteína bruta. As rações foram fornecidas três vezes ao dia, as 8:00,13:00 e 17:00 horas. Utilizou-se 0 método do indicador, óxido crômico (10g/anirnal/dia). Para determinação dos coeficientes de digestibilidade. As fezes foram coletadas no reto dos animais as 9 :00 e 16:00 horas durante sete dias. 0 delineamento utilizado foi o de inteira casualidade e as comparações entre as médias dos tratamentos, feitas através do teste "Tukey". Os resultados obtidos foram: matéria seca (71,39%. 73.04%. 73.45%); proteína bruta (83,32%, 85.70%, 86,49%,); fibra bruta (56.47%, 56,09%. 50,18%); extrato etéreo (68,81%, 69,56%, 53,20%) e extrativo não nitrogenado (76,38%. 77,76%. 79,89%) , para R1 , R2 e R3. respectivamente. Embora tais respostas indicassem diferenças estatísticas significativas (P < 0.01) na digestibilidade da proteína bruta, fibra bruta. Extrato etéreo e extrativo não nitrogenado entre R3 e as demais. 05 coeficientes mostraram ser possível a substituição do feno de alfafa pelo feno de rhodes na alimentação de eqüinos.
Thesagro: Alfafa
Digestibilidade
Matéria Seca
Ração.
NAL Thesaurus: digestibility.
Ano de Publicação: 1978
Aparece nas coleções:Artigo em periódico indexado (CPPSE)

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