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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Milho e Sorgo - Artigo em periódico indexado (ALICE)
Data do documento: 10-Jun-2009
Tipo do Material: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Autoria: GUIMARÃES, N. C. C.
TORGA, P. P.
RESENDE, E. C.
CHALFUN JUNIOR, A.
PAIVA, E.
PAIVA, L. V.
Informaçães Adicionais: Nilson César Castanheira Guimarães, LANAGRO; Paulo Pereira Torga, UFLA; Eliane Cristina de Resende, UFLA; Antônio Chalfun Júnior, UFLA; EDILSON PAIVA, CNPMS; Luciano Viana Paiva, UFLA.
Título: Identificação de variantes somaclonais em bananeiras 'Prata Anã', utilizando técnicas moleculares e citogenéticas.
Edição: 2009
Fonte/Imprenta: Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v. 33, n. 2, p. 448-454, 2009.
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Variação somaclonal
Bananeira
SSR
RAPD
Citogenética
Conteúdo: Variação somaclonal é uma variação fenotípica de origem genética, ou seja, uma variação cromossômica que se torna herdável nas gerações seguintes, ou epigenética, que é uma variação transitória devido ao estresse fisiológico que o material sofre, quando submetido ao cultivo in vitro. Um problema específico envolvendo a variação somaclonal em bananeiras 'Prata Anã' foi observado em Andradas, Minas Gerais, em plantas oriundas de micropropagação. A maior dificuldade na separação dos indivíduos normais e variantes é que os caracteres morfológicos, que são inerentes a este tipo de variação, só se tornam evidentes quando a planta está adulta, o que impossibilita a eliminação dos indivíduos variantes ainda em viveiro. Com o objetivo de identificar, ainda em viveiro aqueles indivíduos variantes somaclonais, técnicas moleculares (RAPD e SSR) e citogenéticas (contagem cromossômica e citometria de fluxo) foram utilizadas. Cento e três primers RAPD, 11 combinações de dois primers RAPD, e 33 pares de primers SSR foram utilizados na tentativa de se encontrar marcadores polimórficos capazes de distinguir os indivíduos normais dos variantes, além de distinguir bananeiras 'Prata Anã' de 'Prata'. O primer OPW-08 gerou um fragmento polimórfico que distinguiu uma planta variante de todas as demais, provando que a variação não ocorre de maneira uniforme no genoma dos indivíduos variantes e que não há um retorno à cultivar Prata. As análises com marcadores SSR e a contagem cromossômica não possibilitaram a distinção dos indivíduos variantes, nem a separação das cultivares Prata e Prata Anã. As análises de citometria de fluxo evidenciaram a grande instabilidade cromossômica das bananeiras, porém elas não foram eficientes na identificação de variantes somaclonais.
Ano de Publicação: 2009
Aparece nas coleções:Artigo em periódico indexado (CNPMS)

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