Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/865659
Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Pecuária Sudeste - Resumo em anais de congresso (ALICE)
Data do documento: 28-Out-2010
Tipo do Material: Resumo em anais de congresso (ALICE)
Autoria: ROCHA, M. I. P.
MELLO, S. de C.
GROMBONI, J. G. G.
OTSUK, I. P.
NICIURA, S. C. M.
Informaçães Adicionais: MARINA IBELLI P. ROCHA, FAPESP; SUELEN SCARPA DE MELLO, UNICEP/SAO CARLOS, SP; JULIANA GRACIELLE GONZAGA GROMBONI, UNICEP/SÃO CARLOS, SP; IVANI POZAR OTSUK, APTA/NOVA ODESSA; SIMONE CRISTINA MEO NICIURA, CPPSE.
Título: Frequência do polimorfismo F200Y no gene da b-tubulina em em rebanhos ovinos do Estado de São Paulo.
Edição: 2010
Fonte/Imprenta: In: JORNADA CIENTÍFICA - EMBRAPA SÃO CARLOS, 2., 2010, São Carlos, SP. Anais... São Carlos: Embrapa Instrumentação Agropecuária: Embrapa Pecuária Sudeste, 2010.
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Polimorfismo
Haemonchus contortus
B-tubulina
Ovino
Frequência
Conteúdo: A ovinocultura é uma atividade econômica que está em crescimento na maioria dos Estados brasileiros, inclusive em São Paulo. Um dos maiores entraves na criação de ovinos a pasto é a alta prevalência de helmintos gastrintestinais, dentre os quais se destaca o . Além disso, o controle das helmintoses gastrintestinais tem sido dificultado em função da resistência que os parasitas adquirem aos produtos químicos. Estudos demonstraram correlação entre a resistência ao benzimidazol (BZD) e a mutação no isotipo 1 do gene da b-tubulina, em que a transversão T > A leva à substituição do aminoácido fenilalanina por tirosina na posição 200 (F200Y). Assim, o presente trabalho teve como objetivo conhecer a frequência do polimorfismo F200Y no gene da -tubulina em isolados de 33 rebanhos ovinos do Estado de São Paulo. Após coleta de fezes para exame de OPG, realização de teste de redução de contagem de ovos nas fezes (TRCOF) e coprocultura, as larvas obtidas foram destinadas à extração de DNA com solvente orgânico e à genotipagem por -PCR e ARMS-PCR. As frequências genotípicas foram comparadas pelo teste de ² (10% de probabilidade) e testadas para o equilíbro de Hardy-Weinberg, (princípio que afirma que se nenhum fator evolutivo ocorrer em uma população, as frequências gênicas e genotípicas permanecem constantes através das gerações nas diferentes populações) no programa Genepop (http://genepop.curtin.edu.au/). As frequências do genótipo homozigoto AA (resistência) variaram de 0 a 66,7%; do genótipo heterozigoto AT (susceptibilidade), de 5,9 a 77,3%; e do genótipo homozigoto TT (susceptibilidade), de 0 a 83,3%. No TRCOF não foram encontradas propriedades com helmintos susceptíveis ao BZD, no entanto, para duas propriedades com baixa resistência ao BZD foram encontradas frequências do genótipo de resistência (AA) de 20,0% e 28,6%, enquanto que para 26 propriedades com resistência ao BZD, a frequência do mesmo genótipo variou de 0 a 66,7%. Dessa maneira, não foi possível verificar associação entre o polimorfismo F200Y e o estado de resistência ao BZD. Observamos que a maioria das populações encontrou-se em equilíbrio de Hardy-Weinberg (p>0,05), exceto cinco propriedades com excesso de homozigotos, e uma propriedade com excesso de heterozigotos. Assim, pode-se inferir que, nas propriedades em equilíbrio de Hardy-Weinberg, o polimorfismo F200Y não se encontrava sob pressão de seleção, ou seja, não estava sendo selecionado pelos tratamentos com anti-helmínticos. Além disso, devido à grande frequência de propriedades com resistência múltipla aos cinco antihelmínticos estudados (ivermectina, benzimidazol, levamisol, moxidectina e closantel), pode-se inferir que outros polimorfismos, nesse ou em outros genes, podem ser responsáveis tanto pela resistência ao BZD, quanto pela resistência múltipla a vários antihelmínticos observada nos diferentes rebanhos ovinos do Estado de São Paulo.
Ano de Publicação: 2010
Aparece nas coleções:Resumo em anais de congresso (CPPSE)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
PROCISCMN2010.00141.pdf23,93 kBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir

FacebookTwitterDeliciousLinkedInGoogle BookmarksMySpace