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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Amazônia Oriental - Artigo em periódico indexado (ALICE)
Data do documento: 22-Mar-2011
Tipo do Material: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Autoria: PARACAMPO, N. E. N. P.
MULLER, A. H.
ALVES, S. de M.
SOUZA FILHO, A. P. da S.
GUILHON, G. M. S. P.
ARRUDA, M. S. P.
SANTOS, L. da S.
ARRUDA, A. C.
Informaçães Adicionais: NADIA ELIGIA NUNES PINTO PARACAMPO, CPATU; ADOLFO HENRIQUE MULLER, CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PARÁ; SERGIO DE MELLO ALVES, QUÍMICO; ANTONIO PEDRO DA SILVA SOUZA FILHO, CPATU; GISELLE MARIA SKELDING PINHEIRO GUILHON, UFPA; MARA SILVIA PINHEIRO ARRUDA, UFPA; LOURIVALDO DA SILVA SANTOS, UFPA; ALBERTO CARDOSO ARRUDA, UFPA.
Título: Atividade fitotóxica e fungitóxica de extratos de Vouacapoua cf americana Aublet (Leg.-Caesalp.), essência florestal nativa da Amazônia.
Edição: 2009
Fonte/Imprenta: Revista de Ciências Agrárias, Belém, PA, n. 52, p. 9-22, jul./dez. 2009.
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Leguminosas
Biodefensivos agrícolas.
Conteúdo: Embora seja reconhecida a resistência do acapu a micro-organismos, soluções a 1% (m/v) de extratos de cascas não apresentam especificidades sobre Fusarium solani f. sp. Piperis Albuq., Fusarium oxysporum Shel. e Colletotrichum agroflorestais e tem sido investigada como potencial fonte de biodefensivos agrícolas. Com base nisso, objetiva-se com o presente trabalho avaliar a atividade fitotóxica e fungitóxica de extratos da casca de acapu obtidos mediante extração seletiva a frio e a quente, com solventes em ordem crescente de polaridade. Alíquotas dos extratos brutos n-hexânico e acetato de etila foram submetidas à cromatografia líquida a vácuo em coluna de silicagel, utilizando como eluentes solventes orgânicos e suas misturas binárias em ordem crescente de polaridade. Não se observou especificidade dos extratos brutos analisados em concentração de 1,0% sobre as espécies de fungos fitopatogênicos testadas: Fusarium solani, Fusarium oxysporum e Colletotrichum gloeosporioides. Contudo, utilizando-se esses mesmos extratos, verificou-se redução de até 44,68% na germinação de sementes da planta daninha malícia (Mimosa pudica), com reduções superiores para todos os extratos obtidos a frio. Foi observado que a fitotoxicidade do extrato bruto aquoso deveu-se à alta concentração de íons Na, promovida por estresse salino. Nos bioensaios com frações do extrato bruto n-hexânico em concentração de 0,2% e do extrato bruto acetato de etila em concentração de 1,0%, notou-se a inibição da germinação de sementes de malícia em até 41,67% e 33,33%, respectivamente. A partir dos resultados para avaliação da fitotoxicidade, concluiu-se que os extratos e frações são constituídos por fitotoxina(s) relativamente polar(es).
Thesagro: Germinação
Salinidade.
Ano de Publicação: 2009
Aparece nas coleções:Artigo em periódico indexado (CPATU)

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