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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Acre - Artigo em anais de congresso (ALICE)
Data do documento: 4-Nov-2013
Tipo do Material: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Autoria: PERES, R. T.
GONZAGA, D. S. de O. M.
HAVERROTH, M.
Informaçães Adicionais: ROBERTO TORRES PERES, CPAF-AC; DORILA SILVA DE OLIVEIRA M GONZAGA, CPAF-AC; MOACIR HAVERROTH, CPAF-AC.
Título: Os caminhos para o desenvolvimento local da agricultura familiar no Acre: estudo comparativo das interações sociais de duas comunidades do Projeto de Assentamento Dirigido Pedro Peixoto - PAD Peixoto.
Edição: 2013
Fonte/Imprenta: In: CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E SOCIOLOGIA RURAL, 51., 2013, Belém, PA. Novas fronteiras da agropecuária no Brasil e na Amazônia: desafios da sustentabilidade. Belém, PA: SOBER, 2013.
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Desenvolvimento local
Agricultura familiar
Capital social
Organização rural
Conteúdo: O presente trabalho estudou as recentes mudanças nos sistemas de produção, nas representações e disposições do pensar de agricultores familiares, bem como se propôs identificar e compreender as redes de relações sociais que os mesmos têm com o ambiente externo e como elas afetam o desenvolvimento local. Busca-se nesse estudo de caso, caracterizar a extensão das interações sociais dos agricultores e, ao mesmo tempo, entender como essas redes foram construídas, concomitantemente ao referencial teórico-analítico das categorias capital humano e capital social no desenvolvimento local, tomando como base o estudo em torno de duas comunidades de agricultores familiares, assentados do Projeto de Assentamento Dirigido Pedro Peixoto PAD Peixoto, no município de Senador Guiomard, estado do Acre. A análise referente ao capital humano se deteve sobre a origem dos agricultores diretamente envolvidos, o encontro das famílias, o processo de organização dos agricultores, a evolução e as relações de lideranças. Vale ressaltar que se elegeu, para o estudo, uma comunidade bem sucedida e outra mal sucedida, tomando como indicador a que conseguiu, ao longo do tempo, ganhos econômicos, sociais e políticos. Por sua vez, a segunda apresentava perfil contrário, caracterizando-se pelo estágio de estagnação. De conformidade com os dados coletados em entrevistas participativas, utilização da metodologia linha do tempo e da sistematização de experiências, as comunidades apresentaram diversos momentos especificamente, em suas histórias, entre avanços e retrocessos, ficando claro que houve uma diferença fundamental no fator organização sociais comunitários.
Ano de Publicação: 2013
Aparece nas coleções:Artigo em anais de congresso (CPAF-AC)

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