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dc.contributor.authorRAMOS FILHO, L. O.pt_BR
dc.contributor.authorALY JUNIOR, O.pt_BR
dc.contributor.otherLUIZ OCTAVIO RAMOS FILHO, CNPMA; OSVALDO ALY JUNIOR, Mestre em Ciências Ambientais.pt_BR
dc.date.accessioned2015-07-31T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2015-07-31T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2015-07-31pt_BR
dc.date.issued2005pt_BR
dc.identifier.other14237pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1021115pt_BR
dc.descriptionAções meramente coercitivas e repressivas não têm sido suficiente para garantir o pleno cumprimento da legislação ambiental por parte dos agricultores, principalmente no tocante às áreas de Reserva Legal e às Áreas de Preservação Permanente. Em que pese a importância ambiental e ecológica de se preservar estas áreas, praticamente inexistem incentivos econômicos ou fiscais para a recuperação e reflorestamento das mesmas. Uma alternativa para contornar o problema pode ser o uso de Sistemas Agro-florestais (SAFs). No presente artigo, busca-se fazer uma revisão quanto ao uso de SAFs na agricultura familiar, particularmente nos assentamentos de reforma agrária no estado de São Paulo, além de uma revisão do aparato legal/normativo envolvendo a questão, o qual tem sofrido recentes alterações no âmbito federal e particularmente no estado. Conclui-se pela existência de oportunidades e tratamento favorável à agricultura familiar neste quadro legal, mas aponta-se a necessidade de mais pesquisas sistemáticas visando conhecer melhor as estratégias e trajetórias dos produtores que já têm buscado o uso dos SAFs como alternativa, argumentando-se que tais estudos devem identificar os gargalos tecnológicos que os produtores têm enfrentado, as motivações e os estímulos ou restrições encontradas, a forma como se relacionam com a política e legislação ambiental vigente e a forma como este aparato legal é interpretado e aplicado pelos órgãos encarregados de formular e gerenciar a política e legislação ambiental. Entende-se que a realização de estudos e pesquisas desta natureza, de forma participativa e com enfoque sistêmico, são fundamentais tanto para se elaborar propostas de melhorias técnicas, como para a qualificação de demandas de P&D e para subsidiar a elaboração de políticas públicas e de normas legais que favoreçam uma relação mais harmônica e sinérgica entre reforma agrária e meio ambiente, conciliando os objetivos de desenvolvimento econômico e inclusão social, com os objetivos de recuperação ambiental da paisagem rural.pt_BR
dc.description.uribitstream/item/127328/1/2005AA-097.pdfpt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherIn: JORNADA DE ESTUDOS EM ASSENTAMENTOS RURAIS, 2., 2005, Campinas/SP. [Anais...] Campinas/SP: FEAGRI, 2005. p. 1-15.pt_BR
dc.relation.ispartofEmbrapa Meio Ambiente - Artigo em anais de congresso (ALICE)pt_BR
dc.subjectLegislação Ambientalpt_BR
dc.subjectSistemas Agroflorestaispt_BR
dc.titleReforma agrária e meio ambiente: a legislação ambiental e o uso de sistemas agroflorestais em assentamentos rurais no Estado de São Paulo.pt_BR
dc.typeArtigo em anais de congresso (ALICE)pt_BR
dc.date.updated2015-08-20T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroLegislaçãopt_BR
dc.subject.thesagroReforma agráriapt_BR
dc.ainfo.id1021115pt_BR
dc.ainfo.lastupdate2015-08-20pt_BR
Appears in Collections:Artigo em anais de congresso (CNPMA)

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