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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorREIS, D. S.pt_BR
dc.contributor.authorFIGUEIREDO NETO, A.pt_BR
dc.contributor.authorFERRAZ, A. de V.pt_BR
dc.contributor.authorFREITAS, S. T. dept_BR
dc.date.accessioned2017-06-14T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2017-06-14T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2017-06-14pt_BR
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.citationBrazilian Journal of Food Technology, v. 20, e2015083, 2017.pt_BR
dc.identifier.issn1981-6723pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1070898pt_BR
dc.descriptionO objetivo deste trabalho foi identificar a melhor temperatura de desidratação para a produção de farinha de acerola de alta qualidade de consumo e estabilidade de parâmetros físico-químicos durante a conservação. Frutos de acerola, Flor Branca, foram colhidos no estádio de maturação maduro em um pomar comercial do Vale do São Francisco, Petrolina, PE. Frutos com ou sem sementes foram sanitizados e desidratados nas temperaturas de 60 °C, 70 °C e 80 °C em estufa de circulação de ar forçado e, em seguida, foram triturados para a obtenção da farinha, a qual foi armazenada em temperatura ambiente em embalagens de polietileno herméticas. A polpa dos frutos foi utilizada para a determinação do pH, sólidos solúveis (SS), acidez titulável (AT), ácido ascórbico (AA) e umidade. A farinha de acerola foi avaliada a cada 15 dias, por um período de 75 dias, quanto ao pH, SS, AT, AA e cor. Para todas as temperaturas de desidratação, os valores de pH e SS foram semelhantes, variando entre 3,5-4,2 e 6,3-11,7, respectivamente. Os SS apresentaram menor variação ao final do armazenamento. A AT aumentou em todas as amostras variando de 5% a 10%. As perdas de ácido ascórbico foram de 76,2% e 80%, 23,9% e 55%, ou 37,9% e 65% para as farinhas com e sem sementes desidratadas a 60 °C, 70 °C e 80 °C, respectivamente. De acordo com os resultados obtidos, a melhor temperatura de desidratação é 70 °C, pois resultou em farinha com alta qualidade de consumo e estabilidade de parâmetros físico-químicos durante 75 dias de conservação.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectFarinha de acerolapt_BR
dc.subjectÁcido ascórbicopt_BR
dc.subjectCereja das Antilhaspt_BR
dc.subjectProcessamento da farinhapt_BR
dc.titleProdução e estabilidade de conservação de farinha de acerola desidratada em diferentes temperaturas.pt_BR
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.date.updated2018-01-17T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroAcerolapt_BR
dc.subject.thesagroDesidrataçãopt_BR
dc.subject.thesagroSecagempt_BR
dc.subject.thesagroConservaçãopt_BR
dc.subject.thesagroConsumopt_BR
dc.subject.thesagroVida de Prateleirapt_BR
dc.subject.nalthesaurusMalpighia emarginatapt_BR
dc.subject.nalthesaurusFruitspt_BR
dc.subject.nalthesaurusDryingpt_BR
riaa.ainfo.id1070898pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2018-01-17 -02:00:00pt_BR
dc.identifier.doi10.1590/1981-6723.8315pt_BR
dc.contributor.institutionDAÍSE SOUZA REIS, UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCOpt_BR
dc.contributor.institutionACÁCIO FIGUEIREDO NETO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCOpor
dc.contributor.institutionANDRÉA DE VASCONCELOS FERRAZ, UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCOpor
dc.contributor.institutionSERGIO TONETTO DE FREITAS, CPATSA.por
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