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http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1183692| Título: | Utilização de óleos essenciais, vapor e etanol e dióxido de carbono no manejo pós-colheita da podridão da uva madura no Vale do São Francisco. |
| Autor: | SOUZA, W. dos S.![]() ![]() |
| Afiliación: | WÉRICA DOS SANTOS SOUZA, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA. |
| Año: | 2024 |
| Referencia: | 2024. |
| Páginas: | 58 f. |
| Descripción: | A produção de uva de mesa vem aumentando devido a grande demanda do mercado, contudo, produzir frutos de qualidade é de grande relevância. Desta forma, é importante o controle preventivo e curativo das doenças de pós-colheita. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de óleos essenciais anis-estrelado, coentro, copaíba, cedro do atlas, gengibre, pimenta preta e sálvia, assim como de vapor de etanol e dióxido de carbono no controle de podridão pós-colheita de uva de mesa. Para os experimentos, o isolado de Colletotrichum siamense foi repicado da coleção de culturas fúngicas do laboratório de Fitopatologia da UNEB, Campus III, Juazeiro-BA. Discos puros da colônia foram colocados em meio BDA acrescentado dos óleos essenciais anis-estrelado, coentro, copaíba, cedro dos altas, gengibre, pimenta preta e sálvia nas concentrações: 0,5%, 1,0%, 1,5% e 2,0%. Para o segundo experimento foram adquiridos 70 cachos de uvas ‘Vitoria’, aplicaram-se os seguintes tratamentos, 1- Testemunha absoluta, 2- Anis Estrelado 3- Coentro e 4- Sálvia nas concentrações 0,5%, 1,0%, 1,5% e 2,0%. Os frutos foram inoculados com suspenção de conídios de C. siamense na concentração de 10⁵. Sendo avaliadas, diariamente, a incidência e severidade, durante oito dias. No terceiro experimento com utilização de vapor de etanol e CO2, foram adquiridos cachos de uvas, inoculou-se o patógeno, os tratamentos foram: T1- testemunha: sem tratamento com CO2 /e Etanol; T2: os cachos foram expostos a 500 ul L -¹ de Etanol por um período de 24 horas. T3: os cachos foram expostos a 30% de CO2 por um período de 24 horas; T4: os cachos foram expostos a 500 ul L -¹ de Etanol e 30% de CO2 por um período 24 horas. As variáveis analisadas foram acidez, sólidos solúveis, e severidade do patógeno. O delineamento experimental de ambos os trabalhos foi inteiramente casualizado. Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA). As médias foram comparadas pelos testes de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. A análise estatística foi realizada com o auxílio do programa SISVAR versão 5.3. O fungo Colletotrichum siamense apresentou sensibilidade a todos os óleos essenciais testados, como também ao etanol e dióxido de carbono. Os OEs que apresentaram maior eficiência no controle do desenvolvimento do patógeno foram anis estrelado, sálvia e coentro, todas as concentrações utilizadas 0,5%, 1,0%, 1,5% e 2,0% reduziram desenvolvimento do patógeno no ensaio in vitro, as concentrações mais eficientes no ensaio in vivo foram 1,0% e 1,5%. Os tratamentos com vapor de etanol e o dióxido de carbono também se mostraram eficientes no controle do desenvolvimento do patógeno. |
| Thesagro: | Uva Óleo Essencial Pós-Colheita Dióxido de Carbono Doença Fungo |
| NAL Thesaurus: | Colletotrichum Grapes |
| Palabras clave: | Uva de mesa Controle alternativo Colletotrichum siamense |
| Notas: | Dissertação (Mestrado em Agronomia: Horticultura Irrigada) - Universidade do Estado da Bahia, Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais, Juazeiro, BA. Orientada por Ana Rosa Peixoto; coorientada por Sérgio Tonetto de Freitas, Embrapa Semiárido. |
| Tipo de Material: | Teses |
| Acceso: | openAccess |
| Aparece en las colecciones: | Tese/dissertação (CPATSA)![]() ![]() |
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