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Título: Aplicação do leite para o controle do oídio da soja forma biofilme na superfície das folhas.
Autoria: BETTIOL, W.
RAMOS, T. M.
GALVAO, J. A. H.
MARQUES, J. P. R.
LEONARDI, H.
VARGAS, R. C.
Afiliação: WAGNER BETTIOL, CNPMA
THAYNE MUNHOZ RAMOS, EMBRAPA MEIO AMBIENTE
JOSE ABRAHAO HADDAD GALVAO, CNPMA
JOÃO PAULO RODRIGUES MARQUES, FACULDADE DE ZOOTECNIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS- FZEA/USP
HELOIZA LEONARDI, ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA "LUIZ DE QUEIROZ"- ESALQ/USP
RAFAELA CARVALHO VARGAS, UNIVERSIDADE ESTADUAL "JÚLIO DE MESQUITA"- UNESP.
Ano de publicação: 2025
Referência: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FITOPATOLOGIA, 54., 2025, Lavras. Anais do evento. Brasília, DF: Sociedade Brasileira de Fitopatologia, 2025.
Páginas: p. 273.
Conteúdo: O Brasil se destaca como principal produtor de soja. Em 2024, a produção da soja brasileira registrou aumento de 13,4% em comparação à safra de 2023. O oídio da soja, causado por Erysiphe difusa, está entre umas das doenças da cultura que merece atenção. A doença causa alterações nos processos fisiológicos da planta, com perdas estimadas entre 50 a 60%. Os principais métodos de controle são aplicações de fungicidas químicos e de cultivares resistentes. O uso continuo de fungicidas tem levado à seleção de isolados resistentes do patógeno e a impactos na saúde humana e do ambiente. O objetivo do trabalho foi avaliar a eficiência do leite integral no controle do oídio na soja e verificar se há formação de biofilmes na superfície da folha. Em casa de vegetação, com alto potencial de inóculo do patógeno, foi aplicado leite semanalmente até o ponto de escorrimento nas concentrações de 0, 10, 20, 30 e 40% em plantas da variedade BMX Potência. Como controle foi utilizado um fungicida sistêmico (azoxistrobina + difenoconazol - 1 mL/L; Amistar Top, Syngenta). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com seis repetições e o ensaio foi repetido três vezes no tempo. Nos três ensaios, observou-se que todos os tratamentos apresentaram diferenças significativas em relação a testemunha. O leite controlou a doença em todas concentrações, diferindo da testemunha. Não foram observadas diferenças na severidade da doença entre as concentrações de 20 a 40% de leite. Utilizando microscopia de campo claro e de epifluorescência observou-se que todas as folhas pulverizadas com leite apresentavam formação de biofilme homogêneo que recobre as células epidérmicas, podendo estar relacionado com o controle da doença. Sob luz UV foi identificada a capacidade do leite de absorver luz UV e emitir luz azul, tal fato descreve a capacidade do leite em também atuar como um possível protetor solar, fato que demonstra uma capacidade de controle de estresse bióticos e abióticos pelo leite.
Thesagro: Leite
Oídio
Palavras-chave: Controle alternativo
Microsphaera diffusa
Filoplano
Tipo do material: Resumo em anais e proceedings
Acesso: openAccess
Aparece nas coleções:Resumo em anais de congresso (CNPMA)

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