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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorSANTOS, R. T. dos S. e
dc.contributor.authorLIMA, A. de S.
dc.contributor.authorCASTRO, C. D. P. da C.
dc.contributor.authorRYBKA, A. C. P.
dc.contributor.authorBIASOTO, A. C. T.
dc.date.accessioned2026-05-06T12:55:27Z-
dc.date.available2026-05-06T12:55:27Z-
dc.date.created2026-05-06
dc.date.issued2017
dc.identifier.citationIn: SIMPÓSIO LATINO AMERICANO DE CIÊNCIA DE ALIMENTOS, 12., 2017, Campinas. Ciência de alimentos e seu impacto no mundo em transformação. Campinas: UNICAMP, 2017.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186621-
dc.descriptionO doce em massa de umbu, resultante do processamento das partes comestíveis do fruto, é bastante popular, devido ao seu sabor exótico, e muito consumido na região nordeste do país. Buscando propor a elaboração de produto de melhor qualidade, este estudo tentou otimizar a quantidade de açúcar e pectina, adicionados durante o processamento do doce. As formulações testadas foram resultantes de um Delineamento Composto Central Rotacional(DCCR), com quatro ensaios axiais e três repetições no ponto central, totalizando onze ensaios (F01 a F11). As duas variáveis independentes foram a quantidade de açúcar (140g até 350g) e pectina (0g até 14g) adicionadas. A quantidade da polpa de umbu utilizada correspondeu a diferença para 700g/formulação, sendo o doce produzido em fogão industrial. Nas 11 formulações foi determinado o rendimento, pH, acidez titulável(AT), atividade de água(Aa), sólidos solúveis(SS), firmeza, açúcares totais, cor(L, a*, b*) e vitamina C. Os doces apresentaram rendimento variando de 40%(F01: 170,8g de açúcar +2,10g de pectina) a 73%(F08: 245g de açúcar +14g de pectina). A composição físico-química das formulações diferiu significativamente (p≤0,05) com relação a maioria das variáveis analisadas, com exceção da vitamina C, cujos teores foram baixos. Os valores de pH variaram entre 2,80(F01) e 3,20(F06); AT (em ácido cítrico) entre 0,31%(F06) e 0,69%(F05); Aa entre 0,63(F01) e 0,81(F08); SS entre 54°Brix(F08) e 77°Brix(F02, F04, F06 e F07); firmeza em força entre 0,075Kg(F07) e 0,454Kg(F05); luminosidade entre 20(F06) e 29(F08), a* entre -0,27(F01) e -1,92(F08) e b* entre 2,96(F02) e 9,61(F03). Conclui-se que as quantidades de açúcar e pectina adicionadas influenciaram na qualidade do doce em massa de umbu. As formulações F02 (319,2g de açúcar + 2,10g de pectina) e F06 (350g de açúcar +7g de pectina) destacaram-se por apresentarem teor de AT, Aa, SS e firmeza ideais para o produto, além de bom rendimento (64% e 69%, respectivamente).
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectDoce umbu
dc.subjectBioma Caatinga
dc.titleOtimização do processamento do doce em massa de umbu (Spondias tuberosa Arruda) utilizando DCCR.
dc.typeResumo em anais e proceedings
dc.subject.thesagroUmbu
dc.subject.thesagroSpondias Tuberosa
dc.subject.thesagroAgricultura Familiar
dc.subject.thesagroEspécie Nativa
dc.subject.thesagroCaatinga
dc.subject.nalthesaurusSpondias
dc.description.notesRef. 70859
riaa.ainfo.id1186621
riaa.ainfo.lastupdate2026-05-06
dc.contributor.institutionRENATA TORRES DOS SANTOS E SANTOS, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA; ARLETE DE SOUZA LIMA, INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO PERNAMBUCANO; CLIVIA DANUBIA PINHO DA COSTA CASTRO, CPATSA; ANA CECILIA POLONI RYBKA, CPATSA; ALINE TELLES BIASOTO MARQUES, CPATSA.
Aparece en las colecciones:Resumo em anais de congresso (CPATSA)


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