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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorSANTOS, M. G.
dc.contributor.authorRIBEIRO, R. C.
dc.contributor.authorMATIAS, J. R.
dc.contributor.authorOLIVEIRA, G. M.
dc.contributor.authorSANTOS, R. S.
dc.contributor.authorBARBOSA, L. G.
dc.contributor.authorDANTAS, B. F.
dc.date.accessioned2026-08-07T13:51:40Z-
dc.date.available2026-08-07T13:51:40Z-
dc.date.created2026-08-07
dc.date.issued2013
dc.identifier.citationInformativo ABRATES, v. 23, n. 2, ago. 2013.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1189025-
dc.descriptionPensando na reutilização futura de fontes alternativas de água, a atividade florestal, por suas peculiaridades, apresenta-se como uma alternativa promissora, principalmente com espécies que são adaptadas às severas condições hídricas como na região semiárida. Este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar os efeitos da aplicação de efluentes da criação de tilápias e de águas subterrâneas sobre a emergência e crescimento inicial de Poincianella pyramidalis (Tul.) L.P. Queiroz. O experimento foi conduzido em casa de vegetação na Embrapa Semiárido, as mudas foram produzidas em sacos de polietileno com capacidade para 2 kg, sendo utilizado como substrato areia+solo de caatinga na proporção de 1:1, procedendo a irrigação diária com, água de torneira (AT), água biosalina (AB) e água salobra (AS). Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado com três tratamentos e quatro repetições. Avaliou-se a porcentagem de emergência (%E), tempo médio (TME), índice de velocidade (IVE), velocidade média (VME) e coeficiente de uniformidade de emergência (CUE). Foram avaliados, aos 7, 14, 21 e 28 dias, o número de folhas, altura, diâmetro do caule e aos 15 e 30 dias comprimento da parte aérea (CPA) e da raiz primária (CR). A %E não foi afetada pelos tratamentos aplicados. As plântulas apresentaram menor TME e consequentemente maiores IVE e VME quando irrigadas com AT e AS em relação àquelas irrigadas com AB. Quanto ao CUE não houve diferença entre os tratamentos. O crescimento inicial até os 28 dias não foi afetado pelas fontes de água utilizadas, não houve diferença estatística para altura e diâmetro do caule. A AS promoveu um maior número de folhas aos 28 dias de avaliação. Não houve diferença significativa para o CPA e CR. A catingueira-verdadeira pode ser classificada como tolerante a salinidade, podendo-se recomendar o uso da AB e AS para irrigação dessa espécie nesses estádios de desenvolvimento inicial.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectÁgua residuária
dc.subjectCatingueira-verdadeira
dc.subjectÁgua biosalina
dc.titleEmergência de plàntulas e crescimento inicial de mudas de Catingueira-verdadeira irrigadas com água biosalina e salobra.
dc.typeResumo em anais e proceedings
dc.subject.thesagroCaatinga
dc.subject.thesagroSalinidade
dc.subject.thesagroEspécie Nativa
dc.subject.thesagroÁgua Salina
dc.subject.nalthesaurusNatural resources
dc.description.notesNúmero especial. Edição dos Resumos do 18. Congresso Brasileiro de Sementes, 2013, Florianópolis.
riaa.ainfo.id1189025
riaa.ainfo.lastupdate2026-08-07
dc.contributor.institutionM. G. SANTOS, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA; R. C. RIBEIRO, FUNDAÇÃO DE AMPARO A CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESTADO DE PERNAMBUCO; J. R. MATIAS, FUNDAÇÃO DE AMPARO A CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESTADO DE PERNAMBUCO; G. M. OLIVEIRA, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA; R. S. SANTOS, FUNDAÇÃO DE AMPARO A CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESTADO DE PERNAMBUCO; L. G. BARBOSA, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA; BARBARA FRANCA DANTAS, CPATSA.
Aparece nas coleções:Resumo em anais de congresso (CPATSA)

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