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Título: Emergência de plàntulas e crescimento inicial de mudas de Catingueira-verdadeira irrigadas com água biosalina e salobra.
Autoria: SANTOS, M. G.
RIBEIRO, R. C.
MATIAS, J. R.
OLIVEIRA, G. M.
SANTOS, R. S.
BARBOSA, L. G.
DANTAS, B. F.
Afiliação: M. G. SANTOS, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA; R. C. RIBEIRO, FUNDAÇÃO DE AMPARO A CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESTADO DE PERNAMBUCO; J. R. MATIAS, FUNDAÇÃO DE AMPARO A CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESTADO DE PERNAMBUCO; G. M. OLIVEIRA, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA; R. S. SANTOS, FUNDAÇÃO DE AMPARO A CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESTADO DE PERNAMBUCO; L. G. BARBOSA, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA; BARBARA FRANCA DANTAS, CPATSA.
Ano de publicação: 2013
Referência: Informativo ABRATES, v. 23, n. 2, ago. 2013.
Conteúdo: Pensando na reutilização futura de fontes alternativas de água, a atividade florestal, por suas peculiaridades, apresenta-se como uma alternativa promissora, principalmente com espécies que são adaptadas às severas condições hídricas como na região semiárida. Este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar os efeitos da aplicação de efluentes da criação de tilápias e de águas subterrâneas sobre a emergência e crescimento inicial de Poincianella pyramidalis (Tul.) L.P. Queiroz. O experimento foi conduzido em casa de vegetação na Embrapa Semiárido, as mudas foram produzidas em sacos de polietileno com capacidade para 2 kg, sendo utilizado como substrato areia+solo de caatinga na proporção de 1:1, procedendo a irrigação diária com, água de torneira (AT), água biosalina (AB) e água salobra (AS). Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado com três tratamentos e quatro repetições. Avaliou-se a porcentagem de emergência (%E), tempo médio (TME), índice de velocidade (IVE), velocidade média (VME) e coeficiente de uniformidade de emergência (CUE). Foram avaliados, aos 7, 14, 21 e 28 dias, o número de folhas, altura, diâmetro do caule e aos 15 e 30 dias comprimento da parte aérea (CPA) e da raiz primária (CR). A %E não foi afetada pelos tratamentos aplicados. As plântulas apresentaram menor TME e consequentemente maiores IVE e VME quando irrigadas com AT e AS em relação àquelas irrigadas com AB. Quanto ao CUE não houve diferença entre os tratamentos. O crescimento inicial até os 28 dias não foi afetado pelas fontes de água utilizadas, não houve diferença estatística para altura e diâmetro do caule. A AS promoveu um maior número de folhas aos 28 dias de avaliação. Não houve diferença significativa para o CPA e CR. A catingueira-verdadeira pode ser classificada como tolerante a salinidade, podendo-se recomendar o uso da AB e AS para irrigação dessa espécie nesses estádios de desenvolvimento inicial.
Thesagro: Caatinga
Salinidade
Espécie Nativa
Água Salina
NAL Thesaurus: Natural resources
Palavras-chave: Água residuária
Catingueira-verdadeira
Água biosalina
Notas: Número especial. Edição dos Resumos do 18. Congresso Brasileiro de Sementes, 2013, Florianópolis.
Tipo do material: Resumo em anais e proceedings
Acesso: openAccess
Aparece nas coleções:Resumo em anais de congresso (CPATSA)

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