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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorRIBEIRO, T. da S.
dc.contributor.authorLEITE, A. L. de S.
dc.contributor.authorSILVA, J. G.
dc.contributor.authorSOUZA, M. L. F.
dc.contributor.authorSANTOS, C. A. F.
dc.date.accessioned2026-08-13T12:41:15Z-
dc.date.available2026-08-13T12:41:15Z-
dc.date.created2026-08-13
dc.date.issued2024
dc.identifier.citationIn: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMIÁRIDO, 18., 2024, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semiárido, 2024.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1189149-
dc.descriptionA cor dos frutos está associada a alguns compostos bioativos, como a cor roxa, que é resultante da presença de antocianinas. Cultivar de goiabeira (Psidium guajava L.) que produz frutos de polpa roxa, ainda não foi desenvolvida no Brasil, pode apresentar elevados teores de antocianinas, licopeno e vitamina C, importantes para a saúde humana. O objetivo deste estudo foi adequar o método para quantificar teores de antocianinas em acessos e progênies de goiabeira. A metodologia padrão para videira foi ajustada, com todo processo realizado no escuro. Foram pesadas 2 g da polpa cortada em pedaços, para facilitar a homogeneização. Em seguida, colocou-se 15 mL de solução de Etanol + ácido clorídrico (85% de etanol: 15% de ácido clorídrico a 1,5 N) e homogeneizados no ultra-turrax, a 13.000 rpm. Logo após, retirou-se os resíduos de amostra em contato com a haste do homogeneizador, utilizando-se um palito. Transferiu-se o material do béquer para o balão volumétrico de 25 mL, cuidadosamente para não deixar qualquer parte da amostra no béquer, e completar o volume com a solução de Etanol + ácido clorídrico. A amostra foi transferida para um recipiente de vidro âmbar ou coberta com papel alumínio. Em seguida, deixou-se descansar durante uma noite, máximo de 18 horas, na geladeira. No dia seguinte, realizou-se a diluição da amostra extraída, pipetando-se 1,0 mL de extrato que foi transferido para o tubo de ensaio e acrescentado 10 ml da solução de etanol+ácido clorídrico para leitura, no espectrofotômetro a 535 nm. Antes da leitura, agitaram-se os tubos em vortex, por 5 segundos. O fator de diluição (FD) é de 250 [(25 m/1 mL)*10 mL]. Teor de antocianina = [(absorbância * FD)/98,2]*50, ajustando para 100 g de fruto. Resultados preliminares foram de 6,1 mg/100 g para goiaba roxa e de 4,32 mg/100 g para F1 de goiaba vermelha × goiaba roxa, indicando que o protocolo foi satisfatório para diferenciar frutos de cores contrastantes.
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofseries(Embrapa Semiárido. Eventos Técnicos & Científicos, 3).
dc.rightsopenAccess
dc.subjectComposto bioativo
dc.subjectGoiaba roxa
dc.titleAjuste de protocolo para determinação do teor de antocianinas em goiaba roxa.
dc.typeResumo em anais e proceedings
dc.subject.thesagroGoiaba
dc.subject.thesagroMelhoramento Genético Vegetal
dc.subject.thesagroPsidium Guajava
dc.subject.thesagroFlavonóide
dc.subject.thesagroPigmento
dc.subject.nalthesaurusGuavas
dc.format.extent2p. 18.
riaa.ainfo.id1189149
riaa.ainfo.lastupdate2026-08-13
dc.contributor.institutionTIFFANY DA SILVA RIBEIRO, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA; ANA LUIZA DE SOUZA LEITE, UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO; JOSUELMA GOMES SILVA, UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO; MARIA LORRANA FÉLIX SOUZA, UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO; CARLOS ANTONIO FERNANDES SANTOS, CPATSA.
Aparece en las colecciones:Resumo em anais de congresso (CPATSA)

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