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http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/154474| Título: | Identificação de pontos críticos de impacto durante operações pós-colheita num packing house de manga. |
| Autoria: | PEREIRA, M. E. C.![]() ![]() LIMA, M. A. C. de ![]() ![]() FILGUEIRAS, H. A. C. ![]() ![]() ALVES, R. E. ![]() ![]() AMORIM, T. B. F. ![]() ![]() ROMERO, F. H. da C. ![]() ![]() GONDIM, P. ![]() ![]() |
| Afiliação: | MARCIO EDUARDO CANTO PEREIRA, CNPMF MARIA AUXILIADORA COELHO DE LIMA, CPATSA H. A. C. FILGUEIRAS RICARDO ELESBAO ALVES, CNPAT T. B. F. AMORIM, FRUITFORT AGRÍCOLA E EXPORTAÇÃO F. H. DA C. ROMERO, FRUITFORT AGRÍCOLA E EXPORTAÇÃO P. GONDIM, FRUITFORT AGRÍCOLA E EXPORTAÇÃO. |
| Ano de publicação: | 2004 |
| Referência: | Brazilian Journal of Plant Physiology, v. 16, p. 10, 2004. |
| Conteúdo: | No packing house, a movimentação dos frutos na maquinaria e por manipuladores pode provocar injúrias por impacto que afetam a aparência e o valor comercial dos frutos por culminarem em ferimentos. manchas e distúrbios internos, muitos deles não perceptíveis antes da exportação. Contudo, estas injúrias podem ser evitadas identificando-se pontos críticos e sugerindo-se adaptações. O objetivo deste estudo foi identificar pontos eríticos de impacto durante operações pós-colheita num packing house de manga, usando o equipamento eletrônico IRD (Impact Recording Device) 400. O IRD registra cada impacto em função da aceleração máxima - G, da mudança de velocidade e da duração do fenômeno. Para seu funcionamento, considerou-se a taxa de amostragem de 3.906 Hz e o limite inferior para registro do impacto de 19 G. A linha de processamento foi dividida em trechos: I. descarregamento no tanque de lavagem até subida de acesso à esteira de aplicação de detergente; 2. descida para a esteira de aplicação de detergente; 3. passagem por escovas para distribuição do detergente; 4. aspersão de água até subida para o tratamento hidro térmico; 5. saída do tratamento hidrotérmieo até a esteira de seleção; 6. saída da esteira de seleção até aplicação de cera; 7. saída da aplicação de cera até passagem pelo secador; 8. saída do secador e passagem por direcionadores para a máquina classificadora; 9. passagem e saída da classificadora; e 10. embalagem. Foram realizadas 9 repetições das determinações nos trechos de I a 4 e, para os demais, 4 repetições. Não houve diferença estatística para a duração do impacto. Os trechos 8 e 9 apresentaram os maiores valores médios de G máxima (40,4 e 42,2, respectivamente) e de mudança de velocidade (0,90 e 1,00 m S", respectivamente). O contato direto com estruturas metálicas associado à maior velocidade de movimentação do fruto favoreceram a incidência de danos por impacto nesses trechos, mas podem ser prevenidos por meio de forros e da redução da declividade. |
| Thesagro: | Manga Pós-Colheita |
| Palavras-chave: | Ponto crítico Impacto Packing house Mango |
| Notas: | Suplemento. Edição de 1. Workshop International de Pós-Colheita de Frutas; 2. Workshop International de Pós-Colheita de Citros, Cordeirópolis, SP, Set. 2004. |
| Tipo do material: | Resumo em anais e proceedings |
| Acesso: | openAccess |
| Aparece nas coleções: | Resumo em anais de congresso (CPATSA)![]() ![]() |
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