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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorSILVA, C. J. da
dc.contributor.authorROESE, A. D.
dc.contributor.authorGOULART, A. C. P.
dc.date.accessioned2025-09-19T19:49:08Z-
dc.date.available2025-09-19T19:49:08Z-
dc.date.created2008-08-29
dc.date.issued2008
dc.identifier.citationPanorama Rural, ano 10, n. 112, p. 62-63, maio 2008.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/255586-
dc.descriptionO pinhão-manso (latropha curcas L.) é uma espécie oleaginosa da família das Euforbiáceas que ocorre desde o extremo Sul até o extremo Norte e Nordeste do país, e que vem sendo estudada como alternativa para a produção de biodiesel. Diversas instituições de pesquisa têm estudado essa espécie e algumas lavouras já estão implantadas no país. Nas safras 2006 I 07 e2OO7 I OB, diversas lavouras, áreas demonstrativas e áreas experimentais de pinhão-rnanso nos municípios sul-mato-grossenses de Eldorado, Dourados, Maracaju, Rio Brilhante Campo Grande e Chapadão do Sul, apresentaram epidemias de ferrugern. Nestas áreas foram coletadas folhas pela equipe da Embrapa Agropecuária Oeste, localizada em Dourados - MS, e o material vegetal foi enviado para identif,cação do agente causal. O fungo causador da doença foi identificado pelo professor Carlos Antônio Inácio, da Universidade de Brasília (UnB), como sendo o Phakopsora arthuriana. A ferrugem do pinhão-manso foi relatada pela primeiÍavez, rto Brasil, no ano de 1945 (Viégas, 1945). Por ser um fungo do mesmo gênero do fungo causador da ferrugem asiática da soja, acredita-se que o comportamento da doença seja semelhante. Observações feitas pela equipe da Embrapa de Dourados, coordenada pelo especialista em Agroenergia Cesar José da Silva, mostraram que a ocorrência desta doença tem aumentado com o passar dos anos, à medida que aumenta a área cultivada com o pinhão-manso em Mato Grosso do Sul. Dados levantados pela equipe em janeiro de 2008 numa lavoura de aproximadamente 100 hectares, no município de Dourados, MS, mostraram que a ferrugem causou a desfolha total do terço inferior e parcial do terço médio das plantas, sendo que nessa época do ano não deveria ser observada nenhuma desfolha, pois as plantas somente começam a perder as folhas após o perÍodo produtivo, porvolta dos meses de junho e julho. Nessa lavoura, praticamente todas as folhas das plantas encontravam-se atacadas pela doença. Até o momento não existem fungicidas registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para o controle dessa doença. No entanto algumas alternativas foram testadas, com o objetivo de def,nir estratégias de controle em caráter emergencial para a doença. Foram aplicados, através da utilização de um turboatomizador, alguns fungicidas do grupo dos triazóis e das estrobilulinas, normalmente utilizados para o controle da ferrugem da soja. Em 20 folhas de cada terço das plantas (superior e médio), estimou-se a porcentagem de áreafoliar com sintomas, imediatamente antes da aplicação dos tratamentos e 16 dias após a aplicação.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPinhão manso
dc.titleFerrugem no pinhão-manso.
dc.typeArtigo de periódico
dc.subject.thesagroFerrugem
dc.subject.nalthesaurusbiodiesel
riaa.ainfo.id255586
riaa.ainfo.lastupdate2025-09-19
dc.contributor.institutionCesar Jose da Silva, Embrapa Agropecuária Oeste; Alexandre Dinnys Roese, Embrapa Agropecuária Oeste; Augusto César Pereira Goulart, Embrapa Agropecuária Oeste.
Aparece nas coleções:Artigo em periódico indexado (CPAO)

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