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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorROCHA, M. S. da
dc.contributor.authorLIMA, J. R.
dc.contributor.authorCAMPOS, A. F. de S.
dc.contributor.authorPOMPEU, E. C. F. F.
dc.date.accessioned2026-07-06T18:49:01Z-
dc.date.available2026-07-06T18:49:01Z-
dc.date.created2008-01-22
dc.date.issued2007
dc.identifier.citationIn: ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA AGROINDÚSTRIA TROPICAL, 5., 2007, Fortaleza, CE. Resumos... Fortaleza: Embrapa Agroindústria Tropical, 2007.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/426344-
dc.descriptionDurante o processamento da castanha de caju grande parte das amêndoas se quebra ( 40% no sistema mecanizado, 20% no manual), o que diminui seu valor económico. A produção de pastas a partir de amêndoas quebradas representa uma alternativa para seu aproveitamento. Esse trabalho visou avaliar a aceitação sensorial de amêndoas e pastas formuladas com amêndoas de castanha de caju quebradas de diferentes classificações. Foram utilizadas amêndoas das seguintes classificações: bandas (S), batoque (8), pedaços grandes (P), pedaços médios (SP), pedaços pequenos (SSP) e grânulos (G). Dentro de cada classe, utilizaram-se ainda os tipos 1, de coloração mais clara e os tipos 3, mais escura, obtendo-se um total de 12 tipos diferentes de amêndoas a serem analisados. As pastas foram formuladas a partir das amêndoas torradas por imersão em gordura vegetal, a temperatura de 140 2 C e tempo aproximado de 3 a 4 minutos, e moídas, juntamente com outros insumos, em processador doméstico tipo faca. As proporções da formulação nas pastas foram: amêndoa 89,9%, açúcar 8%, lecitina de soja 2°/o e sal O, 1 %. Os testes de aceitação sensorial foram realizados com 40 provadores não treinados, que avaliaram as amêndoas tostadas e as pastas prontas, utilizando escala hedônica estruturada de 9 pontos, variando de desgostei muitíssimo (nota 1) a gostei muitíssimo (nota 9). Os resultados foram avaliados por meio de análise de variância (ANOVA) e teste de média (Tukey). Foram observadas diferenças, na aceitação sensorial, entre os tipos de amêndoas de castanha de caju utilizadas na formulação das pastas, sendo que os tipos G1, G3 e S3 foram os que apresentaram menor aceitação. As pastas formuladas a partir dos tipos de amêndoas testadas, à exceção da G3 (menos aceita), não apresentaram diferenças significativas de aceitação, sendo avaliadas entre gostei ligeiramente e gostei moderadamente. Esses tipos de amêndoas podem ser utilizados para produção de pastas, representando uma alternativa para sua comercialização.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectAmêndoas de castanha de caju
dc.titleAceitação sensorial de amêndoas de castanha de caju de diferentes classificações e de suas pastas.
dc.typeResumo em anais e proceedings
riaa.ainfo.id426344
riaa.ainfo.lastupdate2026-07-06
dc.contributor.institutionMilena Seabra da Rocha, UFC; Janice Ribeiro Lima, CNPAT; Andréia Francisca de Souza Campos, UFC; Elane Cristina Fernandes Franco Pompeu, UFC.
Aparece nas coleções:Resumo em anais de congresso (CNPAT)

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