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dc.contributor.authorSOUZA, V.pt_BR
dc.contributor.authorFERRERIA, L. M.pt_BR
dc.contributor.authorZAFALON, L. F.pt_BR
dc.contributor.authorMELO, P. de C.pt_BR
dc.contributor.authorMEDEIROS, M. I. M. dept_BR
dc.contributor.authorNADER FILHO, A.pt_BR
dc.contributor.otherVIVIANE DE SOUZA, FCAV/UNESP; LUCIANO MENEZES FERREIRA, INSTITUTO AEQUITAS; LUIZ FRANCISCO ZAFALON, CPPSE; POLIANA DE CASTRO MELO, FCAV/UNESP JABOTICABAL; SUZY SVIECH, FCAV/UNESP JABOTICABAL; MARIA IZABEL MERINO DE MEDEIROS, FCAV/UNESP JABOTICABAL.pt_BR
dc.date.accessioned2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2008-09-30pt_BR
dc.date.issued2008pt_BR
dc.identifier.other17845pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/48509pt_BR
dc.descriptionA mastite é uma enfermidade muito dinâmica, a qual afeta não somente a saúde do animal, mas também a economia do produtor rural e até mesmo do país. Adicionalmente, o movimento de animais no rebanho, com a entrada e a saída indiscriminadas, pode favorecer a introdução de novos patógenos na propriedade. Com isso, deve-se tomar cuidado principalmente com a reposição dos animais, devido ao risco de se inserir um animal doente na linha de ordenha, introduzindo, assim, um novo patógeno causador de mastite no rebanho (OSTERAS, 2006). Estima-se que no rebanho brasileiro ocorra a prevalência de 20 a 38% de mastite, o que representaria perdas da produção entre 12 a 15%. Sendo assim, considerada a causa de perda econômica mais significativa na indústria leiteira. Devem ser, também, computados gastos com medicamentos, serviços veterinários, leite descartado, descarte prematuro dos animais e, até mesmo, a diminuição do valor comercial dos animais (FONSECA & SANTOS, 2000; REIS et al., 2005). Para se conhecer a complexidade etiológica das mastites causadas por S. aureus, faz-se necessária a caracterização fenotípica e genotípica das estirpes envolvidas nos casos desta enfermidade, assim como do equipamento de ordenha. O conhecimento do perfil molecular dos clones de S. aureus possibilita estudos epidemiológicos de dispersão deste patógeno em propriedades rurais. Com isso, estratégias e protocolos de profilaxia e controle da mastite podem ser melhor elaborados (SANTOS et al., 2003). Diante do exposto, idealizou-se o presente trabalho com a finalidade de identificar e confirmar genotipicamente as estirpes de S. aureus envolvidas nos casos de mastite, por meio da Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) a partir da amplificação de fragmento de DNA cromossomal específico do S. aureus.pt_BR
dc.description.uribitstream/CPPSE-2009-09/17845/1/PROCILFZ2008.00066.pdfpt_BR
dc.format1 CD - ROMpt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE QUALIDADE DO LEITE: SEGURANÇA ALIMENTAR E SAÚDE PÚBLICA, 3., 2008, Recife - anais. Recife:CBQL: UFRPE, 2008.pt_BR
dc.relation.ispartofEmbrapa Pecuária Sudeste - Artigo em anais de congresso (ALICE)pt_BR
dc.subjectIdentificação molecularpt_BR
dc.subjectEstiperspt_BR
dc.subjectStapphylococcus aurespt_BR
dc.subjectMastite Bovinapt_BR
dc.titleIdentificação molecular de estirpes de staphylococcus aureus envolvidas em casos de mastite bovina.pt_BR
dc.typeArtigo em anais de congresso (ALICE)pt_BR
dc.date.updated2011-07-01T11:11:11Zpt_BR
dc.ainfo.id48509pt_BR
dc.ainfo.lastupdate2011-07-01pt_BR
Appears in Collections:Artigo em anais de congresso (CPPSE)

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