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http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/573925| Título: | Primeiro registro de Myrothecium roridum em noni no Brasil. |
| Autor: | POLTRONIERI, L. S.![]() ![]() FREIRE, F. das C. O. ![]() ![]() VERZIGNASSI, J. R. ![]() ![]() FERREIRA, T. P. de S. ![]() ![]() SOUZA, A. C. de A. C. ![]() ![]() |
| Afiliación: | LUIZ SEBASTIAO POLTRONIERI, CPATU FRANCISCO DAS CHAGAS OL FREIREIVEIRA, CNPAT JAQUELINE ROSEMEIRE VERZIGNASSI, CNPGC TATHIANNE PASTANA DE SOUSA FERREIRA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA ANA CARLA DE ANDRADE COSTA SOUZA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA. |
| Año: | 2009 |
| Referencia: | Summa Phytopathologica, Botucatu, v. 35, n. 1, p. 69, 2009. |
| Descripción: | O noni (Morinda citrifolia L.), planta da família das rubiáceas, é nativa do Sudeste da Ásia e produz frutos de importantes propriedades nutricionais e nutracêuticas. Há mais de 2000 anos os frutos são utilizados na Polinésia, China, Índia e, nos últimos anos, o cultivo foi iniciado também no Brasil. Mudas de noni, em pomar do campo experimental da Embrapa Amazônia Oriental (Belém, PA), apresentaram manchas foliares concêntricas castanho-claras, variando de 0,5 cm a 0,8 cm de diâmetro e dispersas pelo limbo foliar. O isolamento foi efetuado em BDA (26ºC e luz fluorescente, com fotoperíodo de 12h) e, aos três dias, foram observadas colônias de coloração branca. Observações ao microscópio óptico permitiram a identificação do fungo Myrothecium roridum Tode ex Fr. O fungo forma esporodóquios, algumas vezes sinematosos, com até 700 mm de diâmetro. Os conídios são formados em uma massa achatada, com aspecto úmido, de coloração negra e brilhante. A esporulação ocorre, freqüentemente, em círculos concêntricos. Os conídios apresentavam forma de bastões, às vezes elipsóides, com as extremidades comumente arredondadas, hialinos a levemente oliváceos, freqüentemente exibindo gotículas e medindo de 4,5 - 7,3 mm x 1,5 a 2 mm. Testes de patogenicidade foram efetuados em folhas e frutos destacados previamente feridos, inoculados com discos de cultura contendo estruturas do fitopatógeno e submetidos à câmara úmida por 48h. Após cinco dias, as folhas e os frutos apresentaram os mesmos sintomas encontrados no campo, dos quais efetuou-se o reisolamento do fungo, confirmando-se a sua patogenicidade. M. roridum foi detectado, anteriormente, no Pará, em juta (Corchorus capsularis L.) e acerola (Malpighia glabra L.). O isolado de noni foi inoculado em outras espécies de plantas citadas na literatura como hospedeiras de Myrothecium spp., seguindo-se a mesma metodologia utilizada para o teste de patogenicidade, a saber: café arábica (Coffea arabica L.), juta, soja (Glycine max (L.) Merr.), arroz (Oryza sativa L.), feijão (Phaseolus vulgaris L.), caupi (Vigna unguiculata L. Walp.), acerola, tomateiro |
| Thesagro: | Doença de planta Mancha foliar Fungo |
| NAL Thesaurus: | Myrothecium roridum |
| Palabras clave: | Noni Brasil |
| Citación: | (Comunicado científico). |
| Tipo de Material: | Artigo de periódico |
| Acceso: | openAccess |
| Aparece en las colecciones: | Artigo em periódico indexado (CPATU)![]() ![]() |
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