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dc.contributor.authorPOLTRONIERI, L. S.pt_BR
dc.contributor.authorFREIRE, F. das C. O.pt_BR
dc.contributor.authorVERZIGNASSI, J. R.pt_BR
dc.contributor.authorFERREIRA, T. P. de S.pt_BR
dc.contributor.authorSOUZA, A. C. de A. C.pt_BR
dc.date.accessioned2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2009-11-04pt_BR
dc.date.issued2009pt_BR
dc.identifier.citationSumma Phytopathologica, Botucatu, v. 35, n. 1, p. 69, 2009.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/573925pt_BR
dc.descriptionO noni (Morinda citrifolia L.), planta da família das rubiáceas, é nativa do Sudeste da Ásia e produz frutos de importantes propriedades nutricionais e nutracêuticas. Há mais de 2000 anos os frutos são utilizados na Polinésia, China, Índia e, nos últimos anos, o cultivo foi iniciado também no Brasil. Mudas de noni, em pomar do campo experimental da Embrapa Amazônia Oriental (Belém, PA), apresentaram manchas foliares concêntricas castanho-claras, variando de 0,5 cm a 0,8 cm de diâmetro e dispersas pelo limbo foliar. O isolamento foi efetuado em BDA (26ºC e luz fluorescente, com fotoperíodo de 12h) e, aos três dias, foram observadas colônias de coloração branca. Observações ao microscópio óptico permitiram a identificação do fungo Myrothecium roridum Tode ex Fr. O fungo forma esporodóquios, algumas vezes sinematosos, com até 700 mm de diâmetro. Os conídios são formados em uma massa achatada, com aspecto úmido, de coloração negra e brilhante. A esporulação ocorre, freqüentemente, em círculos concêntricos. Os conídios apresentavam forma de bastões, às vezes elipsóides, com as extremidades comumente arredondadas, hialinos a levemente oliváceos, freqüentemente exibindo gotículas e medindo de 4,5 - 7,3 mm x 1,5 a 2 mm. Testes de patogenicidade foram efetuados em folhas e frutos destacados previamente feridos, inoculados com discos de cultura contendo estruturas do fitopatógeno e submetidos à câmara úmida por 48h. Após cinco dias, as folhas e os frutos apresentaram os mesmos sintomas encontrados no campo, dos quais efetuou-se o reisolamento do fungo, confirmando-se a sua patogenicidade. M. roridum foi detectado, anteriormente, no Pará, em juta (Corchorus capsularis L.) e acerola (Malpighia glabra L.). O isolado de noni foi inoculado em outras espécies de plantas citadas na literatura como hospedeiras de Myrothecium spp., seguindo-se a mesma metodologia utilizada para o teste de patogenicidade, a saber: café arábica (Coffea arabica L.), juta, soja (Glycine max (L.) Merr.), arroz (Oryza sativa L.), feijão (Phaseolus vulgaris L.), caupi (Vigna unguiculata L. Walp.), acerola, tomateiropor
dc.language.isoporpt_BR
dc.relation.ispartofseries(Comunicado científico).por
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectNonipt_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.titlePrimeiro registro de Myrothecium roridum em noni no Brasil.pt_BR
dc.typeResumo em anais e proceedingspt_BR
dc.date.updated2013-04-19T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroDoença de plantapt_BR
dc.subject.thesagroMancha foliarpt_BR
dc.subject.thesagroFungopt_BR
dc.subject.nalthesaurusMyrothecium roridumpt_BR
dc.description.notesDisponível também on-line.pt_BR
riaa.ainfo.id573925pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2013-04-19pt_BR
dc.contributor.institutionLUIZ SEBASTIAO POLTRONIERI, CPATUpt_BR
dc.contributor.institutionFRANCISCO DAS CHAGAS OL FREIREIVEIRA, CNPATpor
dc.contributor.institutionJAQUELINE ROSEMEIRE VERZIGNASSI, CNPGCpor
dc.contributor.institutionTATHIANNE PASTANA DE SOUSA FERREIRA, UFRApor
dc.contributor.institutionANA CARLA DE ANDRADE COSTA SOUZA, UFRA.por
Appears in Collections:Resumo em anais de congresso (CPATU)

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