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Title: Manutenção da saúde da glândula mamária.
Authors: VEIGA, V. M. de O.
Affiliation: VANIA MARIA DE OLIVEIRA VEIGA, CNPGL.
Date Issued: 2010
Citation: In: ZOCCAL, R.
ROSA NETO, C.
MOREIRA, P.
SOUZA, V. F. de ed.). Políticas e tecnologias para o leite em Rondônia. Juiz de Fora: Embrapa Gado de Leite, 2010.
Pages: p. 99-112
Description: A glândula mamária das vacas consiste de quatro glândulas separadas, cada qual possuindo um teto. O leite quando sintetizado em uma glândula não passa para as outras, uma vez que o lado direito e esquerdo do úbere estão separados por um ligamento espesso, e a parte posterior também é separada da anterior por uma membrana, porém mais fina. No interior do úbere formam-se as cisternas da glândula e dos tetos, sendo que as paredes interiores destas cisternas são revestidas de um tecido muito sensível, o qual pode sofrer muitos danos devidos a traumas físicos (ato de sucção por outros animais do grupo, cabeçadas, pisoteio e outros) e químicos (desinfetantes e outras substâncias cáusticas). No canal dos tetos existe o esfíncter (músculo responsável pelo fechamento e abertura do canal) e há produção de uma substância (a queratina), que ajuda vedar os tetos, dificultando a penetração de sujeiras e microrganismos (germes). Mastite e outras enfermidades do úbere e dos tetos constituem um grave problema em fêmeas bovinas de diferentes faixas etárias, uma vez que danifica as células secretoras dos tecidos mamários, comprometendo a produtividade do animal e a qualidade do leite. Vacas que apresentam úbere muito penduloso, maior velocidade de ordenha e problemas de esfíncter são mais propensas às desordens de tetos e úberes.
Thesagro: Sanidade Animal
Vaca Leiteira
Manejo
Keywords: Qualidade do leite
Type of Material: Parte de livro
Access: openAccess
Appears in Collections:Capítulo em livro científico (CNPGL)

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