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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Meio Ambiente - Artigo em periódico indexado (ALICE)
Data do documento: 18-Mai-2007
Tipo do Material: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Autoria: PATRICIO, F. R. A.
ALMEIDA, I. M. G. de
SANTOS, A. S.
CABRAL, O. M. R.
TESSARIOLI NETO, J.
SINIGAGLIA, C.
BERIAM, L. O. S.
RODRIGUES NETO, J.
Informaçães Adicionais: Flávia R. A. Patrício, Instituto Biológico, Campinas, SP; Irene M. G. Almeida, Instituto Biológico, Campinas, SP; Amaury S. Santos, Instituto Biológico, Campinas, SP; OSVALDO MACHADO RODRIGUES CABRAL, CNPMA; João Tessarioli Neto, ESALQ/USP, Piracicaba, SP; Celso Sinigaglia, Instituto Biológico, Campinas, SP; Luís O. S. Beriam, Instituto Biológico, Campinas, SP; Júlio Rodrigues Neto, Instituto Biológico, Campinas, SP.
Título: Avaliação da solarização do solo para o controle de Ralstonia solanacearum.
Edição: 2005
Fonte/Imprenta: Fitopatologia Brasileira, Brasília, DF, v. 30, n. 5, p. 475-481, set./out. 2005.
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Solarização
Suscetibilidade.
Conteúdo: O presente trabalho avaliou o emprego da solarização como uma alternativa para o controle da murcha bacteriana, causada por Ralstonia solanacearum, em amostras de solo infestado com o patógeno, dispostas em bolsas de náilon e enterradas em parcelas solarizadas ou não. Dois experimentos foram instalados, um em Campinas (SP), de fevereiro a abril de 2001, e o outro em Piracicaba (SP), de dezembro de 2001 a janeiro de 2002. Os ensaios foram efetuados em delineamento inteiramente casualizado, esquema fatorial, com quatro repetições, tendo cada parcela 4 x 4 m. Os fatores avaliados foram a solarização (com ou sem), efetuada com filme plástico transparente de 100 µm de espessura, o período de tratamento (30 e 60 dias e 37 e 60 dias para o primeiro e o segundo experimentos, respectivamente) e a profundidade de colocação das amostras (10 e 20 cm), fator verificado apenas no segundo ensaio. Após os períodos estipulados de solarização, o solo de cada bolsa foi colocado em vasos, para os quais foram transplantadas mudas de tomateiro (Lycopersicon esculentum). No solo não solarizado, em ambos os experimentos, 43 a 100% dos tomateiros murcharam. No segundo experimento, 6 a 22% dos tomateiros murcharam no solo solarizado por 37 dias. Entretanto não foram detectadas plantas murchas nas parcelas solarizadas do primeiro experimento e no segundo ensaio nenhum tomateiro murchou solo solarizado por 60 dias, nas duas profundidades estudadas. Os resultados indicam que a solarização é uma técnica promissora para o controle de R. solanacearum.
Thesagro: Solo
Doença de planta
Controle físico
Tomate
Ralstonia Solanacearum.
Ano de Publicação: 2005
Aparece nas coleções:Artigo em periódico indexado (CNPMA)

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