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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Florestas - Artigo em periódico indexado (ALICE)
Data do documento: 24-Abr-2008
Tipo do Material: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Autoria: SOUSA, L. P. D.
ANGELO, A. C.
CURCIO, G. R.
BONNET, A.
GALVÃO, F.
Informaçães Adicionais: LETICIA PENNO DE SOUSA, CNPF; ALESSANDRO CAMARGO ANGELO, UFPR; GUSTAVO RIBAS CURCIO, CNPF; ANNETE BONNET, UFPR; FRANKLIN GALVÃO, UFPR.
Título: Recuperação ambiental em áreas de estepe do Primeiro Planalto Paranaense, mediante plantio de espécies arbóreas.
Edição: 2007
Fonte/Imprenta: Pesquisa Florestal Brasileira, Colombo, n. 55, p. 95-101, jul./dez. 2007.
Idioma: pt_BR
Notas: Nota Científica.
Palavras-chave: Represa
Estepe
Recuperação
Funções ecológica
Conteúdo: A diversidade e a intensidade das atividades antrópicas implicam em grandes impactos sobre a vegetação, alterando sua florística, estrutura e funções. A Floresta Ombrófila Mista, assim como as estepes, estão fortemente descaracterizadas, tendo essas últimas poucas e incipientes informações sobre recuperação ambiental. Às margens da represa do Iraí (Região Metropolitana de Curitiba, PR), em área de estepe associada à Floresta Ombrófila Mista, foram realizados plantios com espécies arbóreas como forma de dar início à reconstituição da flora arbórea perdida em decorrência do alagamento. Em meio a esses, foi instalado um experimento com o objetivo de avaliar o crescimento e a sobrevivência de oito espécies arbóreas nativas da região, aos 12 meses, estabelecidas em parcelas monoespecíficas e sob mesmas condições ambientais. Os dados de Escallonia montevidensis, Lafoensia pacari, Lithraea molleoides, Luehea divaricata, Mimosa scabrella, Podocarpus lambertii e Vitex megapotamica foram insatisfatórios, com alturas q ue variaram de 10 a 33 cm, diâmetro de colo entre 2,5 a 6,6 mm e sobrevivência entre 9,1 a 66, 7 %. Atribuíram-se esses resultados a hipóteses como déficit hídrico, solos com dessaturação por bases, época de plantio tardia e evapotranspiração intensificada. Em ações de recuperação ambiental, é necessário considerar os limites e possibilidades referentes à cada unidade fitoecológica e às técnicas de recuperação.
Ano de Publicação: 2007
Aparece nas coleções:Artigo em periódico indexado (CNPF)

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