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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Rondônia - Artigo em anais de congresso (ALICE)
Data do documento: 8-Set-2010
Tipo do Material: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Autoria: ROSA NETO, C.
MARCOLAN, A. L.
Informaçães Adicionais: CALIXTO ROSA NETO, CPAF-RO; ALAERTO LUIZ MARCOLAN, CPAF-RO.
Título: Estudo exploratório acerca do comportamento de consumo de mandioca e derivados no Brasil, com ênfase na Região Norte.
Edição: 2010
Fonte/Imprenta: In: CONGRESSO SOCIEDADE BRASILEIRA DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E SOCIOLOGIA RURAL, 48., 2010, Campo Grande, MS. Tecnologias, desenvolvimento e integração social. Campo Grande, MS: Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural, 2010. 1 CD-ROM.
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Agroindustria
Mandioca
Derivados de mandioca
Conteúdo: O segmento de consumo da cadeia agroindustrial da mandioca se caracteriza por unidades que consomem parte da produção (mandioca in natura, farinha, polvilho e fécula comum) dentro das unidades de produção e processamento, com o uso, ainda que restrito, das raízes na alimentação animal. A parte da produção que se destina diretamente ao mercado é consumida nos mais diferentes estratos de renda, sendo a farinha e o amido de mandioca os produtos derivados de maior consumo. Visando conhecer as características de consumo da mandioca e derivados no Brasil, com ênfase na Região Norte, foi realizada pesquisa exploratória, utilizando-se de dados secundários. Os dados obtidos indicam que em todas as regiões do país o consumo da mandioca ocorre, predominantemente, em suas formas tradicionais (in natura, farinha e fécula), tanto na alimentação humana quanto animal, ainda que neste último caso haja espaço para melhor aproveitamento dos resíduos e subprodutos. Em termos regionais o Nordeste se destaca como a principal região consumidora de mandioca e derivados para alimentação humana, respondendo por 47% do total consumido no país. A elasticidade da oferta, tanto no curto quanto no longo prazo, indica acentuada inelasticidade; a elasticidade-preço da demanda também indica inelasticidade; a elasticidade-renda da demanda, como era de se esperar, depende dos estratos de renda. Para os níveis de renda mais baixos o produto é considerado um bem de necessidade. Para estratos de renda mais elevados o produto é considerado um bem de consumo inferior.
Ano de Publicação: 2010
Aparece nas coleções:Artigo em anais de congresso (CPAF-RO)

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