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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Soja - Artigo em anais de congresso (ALICE)
Data do documento: 16-Jul-2012
Tipo do Material: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Autoria: CORRÊA-FERREIRA, B.S.
CASTRO, L. C.
ROGGIA, S.
CESCONETTO, N.
COSTA, J. M.
OLIVEIRA, M. C. N. de
Informaçães Adicionais: FUNCREDI; COAMO; SAMUEL ROGGIA, CNPSO; COAMO; COAMO; MARIA CRISTINA NEVES DE OLIVEIRA, CNPSO.
Título: MIP-soja: uma tecnologia eficiente e sustentável no manejo dos percevejos no atual sistema produtivo da soja.
Edição: 2012
Fonte/Imprenta: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE SOJA, 6., 2012, Cuiabá. Soja: integração nacional e desenvolvimento sustentável: anais. Brasília, DF: Embrapa, 2012.
Páginas: 5 p.
Idioma: pt_BR
Conteúdo: Frente às mudanças ocorridas no cenário produtivo da soja no Brasil e os questionamentos que surgem em relação aos critérios adotados pelo Manejo Integrado de Pragas (MIP), numa parceria entre a Coamo e a Embrapa Soja, avaliou-se o manejo dos percevejos em 108 unidades de MIP com os seguintes tratamentos: 1. MIP: controle de percevejos conforme o nível de ação e produtos indicados pela pesquisa; 2. Sistema do produtor (SP): controle segundo os critérios do produtor e 3. Testemunha: área sem controle dos percevejos. A densidade populacional de percevejos foi monitorada através de amostragens semanais, foram registradas as aplicações realizadas e foi avaliada a produtividade e a qualidade da soja colhida. Os resultados obtidos indicaram que os critérios adotados pelo MIP-Soja são viáveis no atual sistema produtivo, destacando os seguintes resultados em relação ao manejo dos percevejos: o monitoramento dos percevejos foi fundamental na tomada de decisão e deve continuar até a fase de maturação da soja, a densidade populacional e os danos de percevejos causados à soja foram regionalizados; não foram constatadas diferenças na produtividade e na qualidade da soja entre os tratamentos MIP e SP; os produtores realizaram, em média, 2,06 vezes mais aplicações que o tratamento MIP e a redução na eficiência de controle ocorreu quando as aplicações foram realizadas com densidades elevadas de percevejos. Os resultados ratificaram que o controle dos percevejos antes do estádio R3 é desnecessário e, a análise da flutuação populacional indicou que a intensidade de ataque dos percevejos foi maior nas semeaduras realizadas antes de 16/10.
Thesagro: Entomologia.
Ano de Publicação: 2012
Aparece nas coleções:Artigo em anais de congresso (CNPSO)

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