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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Amazônia Oriental - Artigo em periódico indexado (ALICE)
Data do documento: 3-Out-2012
Tipo do Material: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Autoria: HIRAI, E. H.
CARVALHO, C. J. R. de
SILVA, J. N. M.
CARVALHO, J. O. P. de
QUEIROZ, W. T. de
Informaçães Adicionais: ELIANA HARUMI HIRAI; CLAUDIO JOSE REIS DE CARVALHO, CPATU; JOSÉ NATALINO MACEDO SILVA; JOÃO OLEGÁRIO PEREIRA DE CARVALHO, UFRA; WALDINEI TRAVASSOS DE QUEIROZ, UFRA.
Título: Efeito da exploração florestal de impacto reduzido sobre a regeneração natural em uma floresta densa de terra firme no município de Paragominas na Amazônia brasileira.
Edição: 2012
Fonte/Imprenta: Scientia Forestalis, Piracicaba, v. 40, n. 95, p. 306-315, set. 2012.
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Espécies arbóreas
Abundância
Diversidade de espécies
Similaridade florística
Terra firme
Paragominas.
Conteúdo: O estudo foi motivado pela escassez de informações sobre a sustentabilidade ecológica da exploração de florestas naturais, em áreas diretamente afetadas pela exploração. O objetivo foi verificar se há diferença florística entre a floresta não-explorada e áreas diretamente afetadas pela exploração, e entre anos pós-exploração, e averiguar a capacidade de recuperação natural da floresta, quanto à estrutura e composição florística anteriores à exploração. Avaliou-se a regeneração natural em três áreas exploradas em diferentes ocasiões (2000, 2003 e 2006), no período de sete anos, na Fazenda Rio Capim, no município de Paragominas, Pará. Os dados foram coletados em clareiras, ramais de arraste primário e secundário, pátio de estocagem e floresta remanescente da exploração, considerando indivíduos entre 2,5 e 10,0 cm de diâmetro. Calculou-se a abundância, índice de diversidade, equitabilidade, similaridade florística. No período de até sete anos após a exploração florestal de impacto reduzido, ocorreram marcantes alterações na composição florística e na abundância de indivíduos com DAP de 2,5-10,0 cm, principalmente nos ramais principais e pátios. Na floresta remanescente, a dinâmica, tanto de espécies quanto de indivíduos, ocorreu mais com espécies tolerantes à sombra, porém nas clareiras, ramais e pátios predominaram as espécies pioneiras. Nos pátios e nos ramais de arraste, o desenvolvimento das plantas foi muito baixo, não permitindo alta abundância de indivíduos com DAP maior que 2,5 cm. A regeneração natural nas áreas abertas pela exploração florestal, embora tenha sofrido influência da floresta remanescente, conta com poucas espécies de alto valor comercial. Portanto, sugere-se que devam ser aplicados tratamentos silviculturais pós-exploratórios para beneficiar mudas de regeneração natural (DAP = 2,5 cm) pré-existentes e sejam realizados enriquecimentos em clareiras para garantir estoque suficiente de espécies comerciais para futuras colheitas.
Thesagro: Exploração Florestal
Floresta.
NAL Thesaurus: Amazonia.
Ano de Publicação: 2012
Aparece nas coleções:Artigo em periódico indexado (CPATU)

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