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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Acre - Resumo em anais de congresso (ALICE)
Data do documento: 3-Nov-2014
Tipo do Material: Resumo em anais de congresso (ALICE)
Autoria: ALVARES, V. de S.
SOUZA, J. M. L. de
MACIEL, V. T.
KLEIN, M. A.
SANTIAGO, A. C. C.
CUNHA, C. R. da
Informaçães Adicionais: VIRGINIA DE SOUZA ALVARES, CPAF-AC; JOANA MARIA LEITE DE SOUZA, CPAF-AC; VLAYRTON TOME MACIEL, CPAF-AC; MARCELO ANDRE KLEIN, CPAF-AC; CLARISSA RESCHKE DA CUNHA, CPAF-AC.
Título: Caracterização da farinha de mandioca artesanal produzida com dois fornos no estado do Acre.
Edição: 2014
Fonte/Imprenta: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS, 24., 2014, Aracaju; CONGRESSO DO INSTITUTO NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE FRUTOS TROPICAIS, 4., 2014, Aracaju. Anais... Aracaju: sbCTA, 2014.
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Farinha de mandioca
Farinha artesanal
Conteúdo: A ?farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul? é reconhecida como um produto de qualidade entre os consumidores da região Norte. Este produto apresenta, além do reconhecimento da sua notoriedade, um ?saber fazer? diferenciado, o que o potencializa para uma solicitação de Indicação Geográfica. Um procedimento apontado pelos produtores como crítico para a obtenção de uma farinha de boa qualidade é o uso de dois fornos artesanais, um para escaldamento e outro para tostagem. Contudo, a vantagem desse método em relação ao convencional (em que as duas etapas são feitas em um forno só) ainda não foi comprovada cientificamente. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a influência do uso de dois fornos na qualidade da farinha de mandioca artesanal. Amostras de farinha de mandioca foram produzidas em uma casa de farinha em Cruzeiro do Sul, Acre, e analisadas quanto ao pH, acidez titulável, umidade e atividade de água. Foram registrados a temperatura da massa e o tempo total durante as etapas de escaldamento e tostagem. Os dados foram analisados usando delineamento inteiramente casualizado, com dois tratamentos (um e dois fornos) e 5 repetições. As farinhas produzidas com um ou dois fornos não apresentaram diferenças significativas em relação ao pH, acidez e umidade. Por outro lado, a farinha produzida em dois fornos apresentou maior atividade de água (0,35) que a farinha produzida em um forno (0,13), devido, provavelmente, ao fato da peneiração após o escaldamento ter sido realizada em local distante do forno, fazendo com que a massa atingisse uma menor temperatura na etapa de tostagem (91,58°C contra 106,06°C quando do uso de um forno). O uso de dois fornos alterou a qualidade do produto final, mas as farinhas obtidas nos dois tratamentos estavam em conformidade com os requisitos de qualidade estabelecidos pela legislação.
Ano de Publicação: 2014
Aparece nas coleções:Resumo em anais de congresso (CPAF-AC)

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