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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorANTONIASSI, R.pt_BR
dc.contributor.authorSCHWENGBER, D. R.pt_BR
dc.contributor.authorSOUZA, R. C. P.pt_BR
dc.contributor.authorDUARTE, Iara D.pt_BR
dc.contributor.authorWILHELM, A. E.pt_BR
dc.contributor.authorMACHADO, A. F. de F.pt_BR
dc.contributor.authorDUARTE, O. R.pt_BR
dc.date.accessioned2016-01-11T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2016-01-11T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2016-01-11pt_BR
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.citationIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE PROCESSAMENTO DE FRUTAS E HORTALIÇAS, 4., 2015, Búzios. Qualidade de vida, tecnologia e inovação do campo a mesa. Búzios: Sociedade Brasileira de Processamento de Frutas e Hortaliças, 2015. 6 p.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1033538pt_BR
dc.descriptionO inajá (Attalea maripa) é uma palmeira de potencial econômico pela elevada produção de cachos e de frutos dos quais pode-se extrair óleo. Neste trabalho, frutos de inajá provenientes de Roraima, foram avaliados quanto ao teor de óleo e quanto à composição em ácidos graxos. Foram avaliados o peso das partes do fruto, o teor de óleo da polpa e da amêndoa, após secagem e extração de óleo por solvente. O óleo da amêndoa também foi obtido por prensagem hidráulica. A composição em ácidos graxos foi realizada por cromatografia gasosa. O peso de fruto variou de 19 a 26 gramas, apresentando de 26 a 34% de polpa com teor de óleo variando de 7 a 10% (base úmida), de 37 a 41% de endocarpo e 8 a 13% de amêndoa com teor médio de óleo de 47% (base seca). Apesar do alto teor de óleo da amêndoa, o rendimento de óleo por peso de fruto foi baixo variando de 5 a 8% (base úmida). Os ácidos graxos predominantes no óleo da amêndoa foram o láurico (42%), mirístico (22%) e oléico (12%), sendo detectados ainda o C8:0, C10:0, C16:0, C18:0 e C18:2. Por outro lado o óleo da polpa é pouco usual apresentando elevado teores de C12:0 (5,7%) e C14:0 (11,7%) sendo os ácidos graxos principais o C18:1 (41%) e palmítico (27%), além de C18:0 (2,7%), C18:2 (6,8%) e C18:3 (3,8%). O rendimento em óleo do fruto foi inferior em comparação a frutos de palma e de macaúba, que pode ser compensada pela alta produtividade de cachos.por
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectMesocarpopt_BR
dc.titleRendimento em óleo e composição em ácidos graxos de frutos de Attalea maripa.pt_BR
dc.typeArtigo em anais e proceedingspt_BR
dc.date.updated2016-02-11T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroAmêndoapt_BR
dc.subject.thesagroCromatografia Gasosapt_BR
dc.description.notesTítulo em inglês: Oil yield and fatty acid compsition of frutis of Attalea maripa.pt_BR
riaa.ainfo.id1033538pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2016-02-11pt_BR
dc.contributor.institutionROSEMAR ANTONIASSI, CTAA; DALTON ROBERTO SCHWENGBER, CPAF-RR; Rita C. P. SOUZA; IARA DUPRAT DUARTE, CNPQ; ALLAN EDUARDO WILHELM, CTAA; ADELIA FERREIRA DE FARIA MACHADO, CTAA; OTONIEL RIBEIRO DUARTE, CPAF-RR.pt_BR
Aparece en las colecciones:Artigo em anais de congresso (CTAA)

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