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http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184471| Título: | Materialidade e stakeholders no cooperativismo: como priorizar temas ESG. |
| Autoria: | RIBASKI, N. G.![]() ![]() RIBASKI, J. ![]() ![]() BUNDT, C. F. da C. ![]() ![]() |
| Afiliação: | NAYARA GUETTEN RIBASKI, UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ; JORGE RIBASKI, CNPF; CHRISTIAN FREDERICO DA CUNHA BUNDT, UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. |
| Ano de publicação: | 2025 |
| Referência: | In: RIBASKI, N. G. (org.). ESG e cooperativas: caminhos para a sustentabilidade e a governança colaborativa. Curitiba: Reflexão Acadêmica, 2025. |
| Conteúdo: | A priorização de temas ESG exige que organizações demonstrem quais assuntos são relevantes, por que são relevantes e como serão governados, superando abordagens baseadas apenas em listas de iniciativas. Essa mudança se relaciona ao fortalecimento da accountability e da legitimidade organizacional, isto é, à capacidade de sustentar a “licença para operar” diante de expectativas sociais, regulatórias e de mercado. Na perspectiva estratégica, a teoria dos stakeholders indica que a organização deve gerir relações com grupos que afetam ou são afetados por suas atividades, considerando diferenças de poder, legitimidade e urgência. No cooperativismo, essa lógica é estrutural, pois os cooperados são simultaneamente usuários, coproprietários e participantes do processo decisório, elevando a exigência por escolhas transparentes e verificáveis. A materialidade ESG pode ser compreendida por lentes complementares. A materialidade de impacto, associada aos padrões GRI, enfatiza os impactos mais significativos da organização na economia, no meio ambiente e nas pessoas. A materialidade financeira, associada ao padrão IFRS S1 (ISSB/IFRS Foundation), orienta a divulgação de riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade que sejam materiais para usuários de relatórios financeiros, com foco em consistência e comparabilidade. A integração dessas perspectivas é frequentemente tratada como dupla materialidade, combinando impactos externos e implicações financeiras, abordagem especialmente pertinente às cooperativas. Propõe-se um método em oito etapas baseado no engajamento de stakeholders, pontuação por critérios transparentes e validação em instâncias de governança, culminando em uma Matriz de Materialidade e em uma agenda ESG executável com metas e indicadores. Para operacionalização, são apresentados um template de Matriz (Impacto × Negócio) e um checklist de perguntas para orientar a escuta e a devolutiva aos públicos consultados. |
| Thesagro: | Cooperativismo Parceria |
| NAL Thesaurus: | Stakeholders |
| ISBN: | 978-65-6153-001-9 |
| Digital Object Identifier: | 10.51497/reflex.978-65-6153-001-9 |
| Tipo do material: | Parte de livro |
| Acesso: | openAccess |
| Aparece nas coleções: | Capítulo em livro científico (CNPF)![]() ![]() |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| ReflexaoAcademica-2025-cap3-Ribaski.pdf | 1,56 MB | Adobe PDF | ![]() Visualizar/Abrir |








