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http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1174263
Title: | Impacto do aumento de temperatura e déficit hídrico no crescimento inicial do Manihot. |
Authors: | SANTOS, C. B. dos![]() ![]() SANTOS, J. de O. ![]() ![]() BARROS, J. R. A. ![]() ![]() SIMOES, W. L. ![]() ![]() ANGELOTTI, F. ![]() ![]() |
Affiliation: | CAMILA BARBOSA DOS SANTOS, UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO; JESSICA DE OLIVEIRA SANTOS, UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO; JULIANE RAFAELE ALVES BARROS, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA; WELSON LIMA SIMOES, CPATSA; FRANCISLENE ANGELOTTI, CPATSA. |
Date Issued: | 2025 |
Citation: | In: CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS EM TERRITÓRIOS SEMIÁRIDOS, 1., 2024, Juazeiro, BA. Anais... Juazeiro, BA: UNIVASF: Universidade do Estado da Bahia, 2025. |
Pages: | p. 57-58. |
Description: | A restrição hídrica e as temperaturas elevadas da região semiárida do nordeste brasileiro limitam a oferta e qualidade das plantas forrageiras, afetando a pecuária. Diante disso, objetivou-se avaliar o crescimento inicial de genótipos de Manihot em função do déficit hídrico e aumento da temperatura. O experimento foi conduzido no setor de mudanças climáticas da Embrapa Semiárido, em câmaras de crescimento do tipo Fitotron, com controle de temperatura, fotoperíodo, umidade e luz. O plantio foi realizado por meio de estaquia em vasos com capacidade de 5 litros. O delineamento foi inteiramente casualizado, em arranjo fatorial 3x2x3, sendo três níveis de disponibilidade hídrica: 25, 50 e 100%, dois regimes de temperatura: 24,8-30,8-37,8 °C e 26,3-32,3-39,3 °C e três genótipos de Manihot, uma maniçoba (79) e duas mandiocas (G.O e E.L). O manejo da irrigação foi realizado a cada dois dias, utilizando aparelho TDR (Time Domain Reflectometry). Aos 90 dias após o plantio realizou-se a avaliação da altura do broto (cm), com auxílio de uma trena métrica. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas entre si pelo teste Scott Knott, sendo utilizada análise de regressão entre os níveis de disponibilidade hídrica. O aumento de 1,5 °C na temperatura do ar reduziu em 17% a altura do broto. Quando comparados os genótipos, observou-se que o G.O apresentou maior altura do broto, com média de 65 cm, o genótipo E.L com média de 56 cm, enquanto o genótipo 79 apresentou uma média de 48 cm. O déficit hídrico (25%) reduz drasticamente a altura do broto, com média de 35,71 cm. Já a disponibilidade hídrica de 50% e 100% proporcionaram uma média de 62,13 e 71,87 cm, respectivamente. O déficit hídrico e o aumento da temperatura afetam o crescimento inicial de genótipos de Manihot, reduzindo a altura dos brotos. A mandioca mostrou melhor desempenho em comparação a maniçoba, com destaque para o genótipo G.O. |
Thesagro: | Mudança Climática Água Planta Forrageira Manihot Esculenta Mandioca Irrigação |
NAL Thesaurus: | Manihot Cassava |
Keywords: | Estresse abiótico Déficit hídrico Aumento da temperatura |
Type of Material: | Resumo em anais e proceedings |
Access: | openAccess |
Appears in Collections: | Resumo em anais de congresso (CPATSA)![]() ![]() |
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Impacto-do-aumento-de-temperatura-e-deficit-hidrico-no-crescimento-inicial-do-Manihot.pdf | 150.32 kB | Adobe PDF | ![]() View/Open |