Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/992816
Título: Modelo de evolução pedogeomorfológica da Serra da Canastra, MG.
Autor: VASCONCELOS, V.
MARTINS, E. de S.
CARVALHO JÚNIOR, O. A. de
MARQUES JÚNIOR, J.
SIQUEIRA, D. S.
COUTO JÚNIOR, A. F.
GUIMARÃES, R. F.
GOMES, R. A. T.
BRAGA, A. R. dos S.
Afiliación: VINICIUS VASCONCELOS, UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA; EDER DE SOUZA MARTINS, CPAC; OSMAR ABÍLIO DE CARVALHO JÚNIOR, UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA; JOSÉ MARQUES JÚNIOR, UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA; DIEGO SILVA SIQUEIRA, UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA; ANTÔNIO FELIPE COUTO JÚNIOR, UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA; RENATO FONTES GUIMARÃES, UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA; ROBERTO ARNALDO TRANCOSO GOMES, UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA; ADRIANA REATTO DOS SANTOS BRAGA, CPAC.
Año: 2013
Referencia: Revista Brasileira de Geomorfologia, v. 14, n. 2, p. 197-2012, 2013.
Páginas: p. 197-2012
Descripción: A gibbsita e as formas de ferro em solos tropicais são preferencialmente controladas pela posição na paisagem e variação das condições hídricas ao longo das pedossequências. Normalmente, em escala regional, a gibbsita aumenta com a elevação do terreno e a idade da superfície, enquanto que, na escala local, decresce do topo para a base das vertentes. A razão entre o ferro oxalato e o ferro ditionito (Feo/Fed) em condições oxidantes e bem drenadas tendem a ser baixas (< 0,05), como no caso dos Latossolos. Por outro lado, razões mais elevadas (entre 0,5 e 1) caracterizam ambientes submetidos a condições redutoras, que indicam a dissolução de óxidos de ferro cristalinos e sua precipitação em formas menos estáveis. A razão entre o ferro ditionito e o ferro total (Fed/Fe2O3) é um indicativo do estágio de intemperismo do solo. Razões de Fed/Fe2O3> 0,8 são geralmente observadas em Latossolos. O comportamento destes parâmetros na paisagem é decorrente do processo evolutivo das catenas. Este trabalho tem como objetivo descrever uma pedossequência na Serra da Canastra, caracterizada por uma polaridade inversa da gibbsita e razões de Fed/Fe2O3eFeo/Fed próprias de um ambiente redutor. A pedossequência possui Latossolo no topo e Gleissolo na base. Entre a alta e média vertentes ocorrem solos desenvolvidos in situ, com uma sequência apresentando Latossolo a montante e Cambissolo a jusante. Na baixa vertente, ocorrem solos desenvolvidos sobre rampas de colúvio, mostrando a sequência Latossolo- Gleissolo para jusante. Foram coletadas amostras dos horizontes diagnósticos em 10 trincheiras ao longo de uma pedossequência. As amostras foram submetidas às seguintes análises: ferro extraído com ditionito-citrato-bicarbonato (Fed) e oxalato de amônio (Feo), análise termogravimétrica para quantificação direta de gibbsita e caulinita e susceptibilidade magnética. O conjunto de dados foi processado por análise multivariada: Análise de Componentes Principais (ACP) e Análise de Grupos (AG). Observou-se que os solos mostram uma evolução lateral de transformação de Latossolos em Gleissolos, de forma progressiva e descontinuada na paisagem. O limite superior da vertente onde ocorrem depósitos coluvionares é marcado pela variação da susceptibilidade magnética, textura e cor do solo. As análises multivariadas (ACP e AG) e os estudos de campo indicam que a pedossequência é derivada de sucessivos solapamentos provocados por erosão subsuperficial e deposição de colúvio, com avanço de ambientes hidromórficos nestas porções relativamente rebaixadas da paisagem.
Thesagro: Ferro
Pedologia
Solo
Palabras clave: Variabilidade espacial de solo
Gibbsita
ISSN: 2236-5664
DOI: https://doi.org/10.20502/rbg.v14i2.379
Tipo de Material: Artigo de periódico
Acceso: openAccess
Aparece en las colecciones:Artigo em periódico indexado (CPAC)

Ficheros en este ítem:
Fichero Descripción TamañoFormato 
S1822.pdf532,11 kBAdobe PDFVista previa
Visualizar/Abrir

FacebookTwitterDeliciousLinkedInGoogle BookmarksMySpace